Iracema é uma índia da nação Tabajara. Ela é filha do pajé da tribo (Araquém) e está prometida como esposa ao chefe guerreiro (Irapuã). A moça também é detentora do segredo da Jurema. Ela produz uma bebida alucinógena que é dada aos guerreiros em rituais específicos.
IRACEMA – “virgem dos lábios de mel”, jovem índia tabajara que guarda o segredo da jurema, uma planta alucinógena. POTI – guerreiro pitiguara, amigo de Martim. ARAQUÉM – pai de Iracema e pajé da tribo tabajara. ... MOACIR – filho de Martim e Iracema, seu nome significa “filho do sofrimento”.
Iracema, na obra, representa a cultura indígena, e possui uma postura submissa a Martim, representando assim o ideal de submissão que o índio teria ao branco. ... O romance de Martim e Iracema tem como metáfora a criação do Ceará. Através da história, o autor cria uma lenda de como o estado teria sido criado.
José de Alencar
Iracema/Autores
Entre festejos e batalhas com outras tribos — entre elas, a dos pitiguaras, aliados de Martim — Iracema e o estrangeiro português envolvem-se amorosamente, e a índia quebra o voto de castidade, o que significa uma condenação à morte.
Iracema, obra de José de Alencar publicada em 1865, é tipicamente romântica, classifica Fernando Marcílio Lopes Couto, professor de literatura do Sistema Anglo de Ensino. “O romance foi escrito para representar a origem da raça brasileira”, diz. ... Ele explica que Iracema é um romance alegórico, cheio de simbologias.
Iracema: índia da tribo dos tabajaras, filha de Araquém, velho pajé; era uma espécie de vestal (no sentido de ter a sua virgindade consagrada à divindade) por guardar o segredo de jurema (bebida mágica utilizada nos rituais religiosos). A palavra "Iracema" é um anagrama de "América".
Iracema também é colocada nesse lugar de heroína idealizada, pois, em diversos momentos da obra, o narrador compara-a à natureza, mas suas características são sempre maiores e mais belas: seus cabelos são mais negros e mais longos; seu sorriso, mais doce; seu hálito, mais perfumado; seus pés, mais rápidos.
Ela guardou o segredo do abraço real e foi banhar-se no rio. Mal sabia Martim que Tupã havia acabado de perder sua virgem. No final da tarde, quando a lua apareceu, os tabajaras se reniram em torno do pajé, levando-lhe oferendas.
Iracema possui personagens históricos, ou seja, que realmente existiram e fizeram parte da História do Brasil. Martim e Poti são um exemplo. Além disso, o livro é escrito após a regularização da colonização do Ceará.
Além de Iracema, possui grandes clássicos, como Cinco Minutos, O Guarani, A Viuvinha, Lucíola, O gaúcho, Senhora, entre outros. Em sua obra podemos notar traços da realidade da sociedade brasileira daquela época, e oposições como o branco e o índio, as cidades e o sertão.
Ele não tem nenhuma reação ao ataque de Iracema e, ao ver que ele não possui nenhum tipo de má intenção, parte para acudi-lo. Esse guerreiro chama-se Martim.
Através do romance entre Iracema e Martim, José de Alencar romantizou o processo de colonização do Ceará, simbolicamente representativo do processo de colonização do Brasil. Iracema apresenta uma espécie de conciliação entre o branco e o índio, na medida em que romantiza a dominação de um povo pelo outro.
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