Pesquisadores do grupo de pesquisa Biotecnologia Molecular do Látex Vegetal, da Universidade Federal do Ceará, encontraram uma alternativa para tratar lesões causadas pela hanseníase: uma biomembrana desenvolvida a partir de proteínas vegetais com alto poder de cicatrização.
Manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas, em qualquer parte do corpo, com perda ou alteração de sensibilidade térmica (ao calor e frio), tátil (ao tato) e à dor, que podem estar principalmente nas extremidades das mãos e dos pés, na face, nas orelhas, no tronco, nas nádegas e nas pernas.
Os medicamentos que podem ser usados para curar a hanseníase são os antibióticos Rifampicina, Dapsona e Clofazimina, de forma combinada entre eles.
São conhecidas duas formas da doença: Paucibacilar (PB) denominadas: Indeterminada e Tuberculoide apresentam até cinco lesões de pele e Multibacilar (MB) têm dois tipos de Hanseníase: Dimorfa e Virchowiana em que os pacientes apresentam mais de cinco lesões de pele.
A hanseníase tem cura, mas, se demorar para ser diagnosticada, pode provocar sequelas irreversíveis. Alguns sintomas frequentes da doença são manchas esbranquiçadas sem sensibilidade em qualquer parte do corpo, áreas de pele seca e com falta de suor e dor e sensação de choque.
O tratamento medicamentoso da hanseníase envolve a associação de três antimicrobianos: rifampicina, dapsona e clofazimina. Essa associação é denominada Poliquimioterapia Única (PQT-U) e está disponível nas apresentações adulto e infantil.
O tratamento padrão da hanseníase é feito com a poliquimioterapia (PQT). Em alguns casos de intolerância ou contraindicação, os profissionais de saúde precisavam receitar esquemas substitutivos. Já para o tratamento das reações hansênicas o indicado é o uso dos remédios anti-reacionais.
Hoje, no entanto, isso mudou e o paciente pode seguir seu tratamento em casa. O tratamento da hanseníase é feito por meio da poliquimioterapia (PQT), que consiste na associação de vários antimicrobianos. Esse tratamento é feito gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde, e o paciente não fica internado.
A forma multibacilar não tratada possui alto potencial de transmissão. A hanseníase pode atingir pessoas de todas as idades, contudo a incidência é maior em homens. Além de atingir homens, os principais fatores de risco da hanseníase são: O diagnóstico de caso de hanseníase é inicialmente clínico e epidemiológico.
Sintomas de hanseníase avançada 1 Diminuição da força muscular (dificuldade para segurar objetos) 2 Paralisia das mãos e pés 3 Encurtamento dos dedos devido à lesão dos nervos que controlam os músculos 4 Úlceras crônicas na sola dos pés 5 Cegueira 6 Perda de sobrancelhas 7 Edema do nariz e orelhas (inchaço) More ...
Os principais exames para confirmação da hanseníase são: 1 Exame baciloscópico de esfregaço cutâneo biópsia cutânea 2 Pesquisa do DNA da bactéria em fragmentos de tecido (PCR) 3 Pesquisa de anticorpos anti-PGL-1 no sangue (exame só disponível em laboratórios de pesquisa) More ...
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