Na música ocidental, os acordes aparecem com o surgimento da polifonia. No entanto, apesar de ocorrerem naturalmente no encontro de notas entre duas ou mais vozes, a música polifônica foi pensada muito mais como uma sobreposição de linhas melódicas do que uma formação harmônica.
A cifra como vemos hoje
A codificação da cifra foi feita por Guido d Arezzo monge por volta de 1.050. Inicialmente usou as letras alfabéticas e os nomes surgiram em um hino que mais tarde seria introduzido no hino de São João Batista. ... A cifra começa pela letra “A” (Lá) devido ser a primeira nota audível.
Foi nesse contexto que um monge beneditino francês chamado Guido de Arezzo, nascido nos fins do século X, organizou o sistema de notação musical conhecido até os dias de hoje.
Nos países latinos e eslavos, a denominação das notas musicais deve-se ao monge italiano Guido D Arezzo, que viveu no século XI. Em seus tratados, ele idealizou um sistema para recordar os tons das sete notas.
Só aí são já 240 acordes.
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De forma geral, esses são os quatro principais tipos de tríades, maiores, menores, diminutas e aumentadas, e a partir delas se originam todos os acordes básicos. Além destes acordes, existem uma infinidade de outros a serem explorados, como por exemplo, os acordes com sétima.
Em um determinado intervalo, existem sete acordes diferentes, mas nem todos os acordes têm a mesma importância. Os acordes mais importantes são os construídos nos graus I, IV e V. Isso é, na escala de dó maior: O acorde de dó maior I: dó-mi-sol (falamos de um acorde com função "tônica").
Se o Dó é a 1ª nota musical, porque o acorde “A” é o Lá? Super.
Elas não foram descobertas, mas inventadas. As notas são uma convenção, um código estabelecido para os músicos lerem as partituras. Mas o modelo ocidental, o famoso “dó-ré-mi”, é apenas um dos códigos. Dependendo do país ou do povo, cada som pode ser representado por notas ou marcações distintas.