A reprodução é sexuada e externa. Os ovos são postos na água, onde nascem os jovens girinos, que possuem cauda e brânquias externas, mas não têm pernas. Com o crescimento e desenvolvimento do girino, as brânquias desaparecem, as pernas posteriores surgem, depois as anteriores, e a cauda encolhe.
No desenvolvimento direto o animal nasce com aparência semelhante à do adulto, enquanto no desenvolvimento indireto eclode um organismo sob a forma de uma larva aquática com respiração branquial que, na metamorfose transforma-se em um adulto de hábito terrestre e com respiração pulmonar.
Os animais apresentam grande diversidade de desenvolvimento embrionário, mas, de modo geral, em praticamente todos ocorrem três fases consecutivas: segmentação, gastrulação e organogênese. ... Na fase seguinte, que é a gastrulação, o aumento do número de células é acompanhada do aumento do volume total.
O desenvolvimento embrionário é direto (sem fase larval) e, geralmente, o ovo é depositado no ambiente externo para ser eclodido, fazendo dos répteis organismos ovíparos. O ovo dos répteis é uma importante adaptação evolutiva que conferiu a esta classe a ampla distribuição pelo ambiente terrestre.
No desenvolvimento indireto, o organismo, ao nascer, é completamente diferente do adulto. No seu desenvolvimento, ele sofre diversas modificações, inclusive mudança de habitat em algumas espécies. Os dois exemplos mais conhecidos de desenvolvimento indireto são a borboleta e os anfíbios, como o sapo.
28 curiosidades que você vai gostar
A reprodução é sexuada e externa. Os ovos são postos na água, onde nascem os jovens girinos, que possuem cauda e brânquias externas, mas não têm pernas. Com o crescimento e desenvolvimento do girino, as brânquias desaparecem, as pernas posteriores surgem, depois as anteriores, e a cauda encolhe.
Esses animais apresentam a pele úmida, com a presença de glândulas, além de sofrerem metamorfose, sendo assim, possuem desenvolvimento indireto. Os anuros apresentam a metamorfose mais nítida e não possuem cauda em sua fase adulta. Como principais representantes, destacam-se os sapos, pererecas e rãs.
Evolução dos répteis
Eles deram origem às aves e mamíferos e têm como ancestral os anfíbios. O processo evolutivo possibilitou uma estrutura esquelética nova nos animais que viviam nas águas. Assim, eles se tornaram mais robustos, com músculos e escamas que lhes protegiam da exposição ao Sol e da aridez da terra.
A fecundação é interna, e grande parte das espécies é ovípara, existindo também representantes ovovivíparos e vivíparos. O ovo dos répteis possui casca calcária, que protege contra o ressecamento em ambiente terrestre, e quatro membranas extraembrionárias: alantoide, córion, âmnion e saco vitelínico.
Os répteis são animais que apresentam sexos separados, ou seja, existem machos e fêmeas. A fecundação é interna, e a maioria das espécies bota ovos, sendo, portanto ovípara. Vale destacar que existem também representantes ovovivíparos e vivíparos.
O desenvolvimento do embrião humano se inicia logo após a fecundação do óvulo pelo espermatozoide. Na espécie humana, a fecundação do ovócito secundário (também chamado de óvulo) ocorre no interior do corpo feminino, mais precisamente na tuba uterina.
Fecundação. União de um espermatozóide com um ovócito secundário, que ocorre normalmente na ampola da tuba uterina formando o zigoto. ... Clivagem do Zigoto. Consiste em divisões mitóticas repetidas do zigoto, resultando em um rápido aumento no número de células. ... Formação e Implantação do Blastocisto.
Resumo do desenvolvimento embrionário dos animais
Divide-se em 3 fases: a segmentação, a gastrulação e a histogênese.
Os anfíbios têm metamorfose completa. Os ovos eclodem na água e nascem os girinos, formas larvais aquáticas que possuem cauda e brânquias. À medida que o girino cresce, as brânquias desaparecem e surgem as pernas.
A metamorfose nos anfíbios incluem mudanças na alimentação e na respiração. Durante esse processo, também ocorrem transformações acentuadas na forma do corpo desses animais. A metamorfose é um processo de mudanças perceptíveis, durante o ciclo de vida, que ocorre em algumas espécies.
Os mamíferos são animais dioicos, ou seja, apresentam sexos separados. A fecundação nesses animais é interna, e o desenvolvimento é direto, não se observando, portanto, um estágio larval durante seu desenvolvimento. A maioria é vivípara, porém observa-se representantes ovíparos, sendo esse o caso dos monotremados.
→ Fecundação externa
Entre os grupos de animais que realizam a fecundação externa, podemos destacar algumas espécies de peixes e de anfíbios.
Diversas características presentes nos ovos dos répteis permitiram que eles não dependessem da água para se reproduzir. O ovo desses animais possui uma casca grossa que impede o dessecamento do embrião. No entanto, a casca é porosa, permitindo a troca gasosa entre o embrião e o meio externo.
Répteis: A circulação dos répteis é fechada, dupla e incompleta. A circulação é incompleta tanto em animais não crocodilianos, que possuem coração com três cavidades, quanto em crocodilianos, que apresentam coração com quatro cavidades.
VariaçãoMutação.Recombinação.Transferência horizontal de genes.Genética populacional.Selecção natural.Deriva genética.Fluxo génico.Adaptação.
A maior parte dos répteis são ovíparos. Apenas algumas cobras e lagartos são ovovivíparas. Apresentam fecundação interna, onde o macho introduz os espermatozoides no interior do corpo da fêmea. O desenvolvimento do embrião ocorre dentro dos ovos, os quais são revestidos por cascas córneas ou calcárias.
Os répteis pertencem a uma classe de animais vertebrados em que já foram identificadas mais de 7 mil espécies. A principal vantagem evolutiva que permitiu que eles conquistassem o ambiente terrestre foi o seu tipo de ovo, chamado de ovo amniótico.
O desenvolvimento é dito indireto quando o ser vivo possui fases com diferentes aspectos entre o nascimento e a fase adulta, ou seja, quando o ser vivo sofre metamorfose. ... Os sapos não possuem a mesma forma em todas as fases de sua vida. Ele nasce girino e aos poucos vai se transformando no sapo.
A fecundação externa, como nos peixes e sapos, ocorre na água, fora do corpo dos pais. Apesar do meio às vezes adverso, muitos ovos se formam devido à liberação de um grande número de gametas. A fecundação interna acontece no interior do corpo da fêmea, envolvendo uma quantidade menor de gametas.
- A partir de um ovo de rã, desenvolve-se um girino, com guelras externas e uma cauda comprida, que apenas pode viver na água. À medida que vai crescendo, desenvolve pulmões e patas. Quando atinge a forma adulta, pode sobreviver em ambiente terrestre.
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