A transferência, segundo Freud, também tem uma relação direta com a repetição, pois esta é "uma transferência do passado esquecido, não apenas para o médico, mas também para todos os outros aspectos da situação atual " (idem, idem).
Repetição é um dos conceitos fundamentais da psicanálise. O caráter compulsivo da repetição está ligado à pulsão de morte: pura quantidade, afetos sem representações, projetados a esmo, furiosamente. O sujeito é impelido, contra sua vontade, a re-editar novas edições de acontecimentos traumáticos.
Freud e a transferência
Vários estudos de Freud tratam da transferência. Dentre eles “A Dinâmica da Transferência”, de 1912, e “Recordar, Repetir e Elaborar”, de 1914. Além das “Conferências Introdutórias sobre Psicanálise”, de 1916-1917.
Ele observou que o sujeito pode ter a capacidade e a vontade consciente de deixar de renunciar ao seu sintoma e ainda assim não conseguir abandoná-lo, em função de determinados fatores inconscientes. São justamente esses fatores que Freud denominou de resistências.
O que nos interessa, diz Freud, é a relação da compulsão à repetição com a transferência e com a resistência, porque a transferência é um tipo de fragmento de repetição: “repetição é uma transferência do passado esquecido, não apenas para o médico, mas para todos os outros aspectos da situação atual (...) em cada ...
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A transferência, segundo Freud, também tem uma relação direta com a repetição, pois esta é "uma transferência do passado esquecido, não apenas para o médico, mas também para todos os outros aspectos da situação atual " (idem, idem).
A compulsão à repetição nada mais seria do que uma tentativa, por parte do ego, de obter um domínio destas situações desagradáveis, vinculando a energia. É mediante a repetição que o aparelho psíquico consegue o equilíbrio buscado pelo princípio do prazer.
Estou mostrando para vocês que a transferência é resistência, não apenas porque o paciente faz essa associação e engaja o analista num determinado lugar. Ela é resistência porque, com o analista se identificando a esse lugar, responde dali mesmo, responde sem separação em relação ao que lhe é endereçado pelo paciente.
A resistência em Freud
Em um primeiro momento ela aparece no sentido clássico, indican- do um movimento que visa impedir a revelação dos desejos inconscientes no desenrolar do processo de análise (Freud, 1893-1895/1974); foi a partir daí que Freud começou a pensar o fenômeno na clínica.
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