Conheça a Epilepsia Fotossensível e seus Cuidados – A epilepsia fotossensível é uma condição em que as convulsões são desencadeadas por luzes intermitentes ou padrões contrastantes de luz e escuridão.
Esses ataques podem apresentar diversos sintomas, como sensação de desmaio, alteração da visão, espasmos oculares ou faciais, tremores ou movimentos descontrolados de braços e pernas, desorientação, confusão ou perda momentânea de consciência.
É uma reação incomum de sensibilidade extrema da pele quando exposta à luz do Sol ou a fontes luminosas artificiais, induzidas por substâncias químicas.
As reações da fotossensibilidade incluem urticária solar, fotossensibilização química e erupção polimorfa à luz, caracterizadas, geralmente, por uma erupção acompanhada de coceira e manchas na pele exposta ao sol. As pessoas podem herdar uma tendência para desenvolver estas reações.
Quando ocorre a persistência na frequência de crises epilépticas após o uso de, pelo menos dois fármacos antiepiléticos de primeira linha, estas são classificadas como Epilepsia Refratária ou de difícil controle ou Farmacorresistentes.
Infelizmente, sim. "A alternância de luzes em determinada frequência e intensidade, pode causar mal-estar, desconforto, cefaleia e também a epilepsia fotossensível", explica Edson Issamu Yokoo, neurologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.
Saiba como a epilepsia é reconhecida
A causa pode ser uma lesão no cérebro, decorrente de uma forte pancada na cabeça, uma infecção (meningite, por exemplo), neurocisticercose ("ovos de solitária" no cérebro), abuso de bebidas alcoólicas, de drogas etc.
Antibióticos, como azitromizina, gentamicina, norfloxacina, ciprofloxacina, medicamentos com sulfa e tetraciclinas. Analgésicos, anti-inflamatórios anti-inflamatórios e não esteróides (AINEs), como Ibuprofeno, Fenilbutazona, Indometacina, Naproxeno ou Diclofenaco.
O diagnóstico de epilepsia já pode ser considerado se a criança ou adolescente teve mais de uma convulsão. Ele deve ser encaminhado para um pediatra (um médico especializado no tratamento de crianças), e os pais junto com a criança devem descrever em detalhes o que aconteceu antes, durante e após a convulsão.
Na vasta maioria dos casos, os epilépticos vivem uma vida completamente normal sob o uso de medicação anticonvulsivante e não necessitam de intervenção cirúrgica. O tratamento da epilepsia é feito através de medicamentos que evitam as descargas elétricas cerebrais anormais, que são a origem das crises epilépticas.
No entanto, a epilepsia pode apenas causar uma crise de ausência, que é quando o indivíduo fica parado e totalmente ausente, não falando nem reagindo ao toque durante poucos segundos, sendo dificilmente percebida pelos familiares.
Em algumas situações, a epilepsia pode afetar apenas uma pequena parte dos neurônios do cérebro, causando sintomas mais leves e que correspondem à parte do cérebro atingida. Por exemplo, se a atividade intensa do cerebral ocorre na parte cérebro que controla os movimentos da perna esquerda, este pode apresentar contrações e rigidez.
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