Na mitologia asteca, Tlaloc é o deus da chuva, o senhor do raio, do trovão, do relâmpago, do terceiro sol, senhor de um dos paraísos (Tlalocan). Assim como Quetzalcoalt, Tlaloc era um deus de Teotihuacan, que foi incorporado pelos Astecas quando conquistaram essa cidade.
Ombela é uma deusa que, ao chorar de tristeza, fez nascer a chuva.
Deus Tupã
Sua forma era de chuva, trovão, relâmpagos. Aliás, Tupã enviava as mensagens de Nhanderuvuçu à Terra através das tempestades. Os índios acreditavam escutar sua voz potente em cada trovão.
Os deuses do trovão (Zeus, Thor, Tupã etc.) talvez sejam mais conhecidos, mas há também várias deusas do trovão: Iansã (iorubá), Astrape e Bronte (gregas), Fulgora (romana), Kadlu (inuit), Leizi (chinesa) e Whaitiri (maori).
Adade (Adad), também conhecido como Ada (Adda), Anda, Hadade (Hadad) ou Adu (Addu), era um deus vinculado ao clima entre os acádios, sendo representado na iconografia segurando raios na mão. Seu nome é provavelmente aparentado da palavra árabe haddat, "trovão".
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Os gregos antigos tinham três conceitos para o tempo: khrónos, kairós e aíôn. Khrónos refere-se ao tempo cronológico, ou sequencial, que pode ser medido, associado ao movimento linear das coisas terrenas, com um princípio e um fim.
Cronos ou Chronos é o nome dado para a personificação do tempo, de acordo com a mitologia grega.
Pele (deusa havaiana, do vulcão e do raio)
Minerva, a deusa da sabedoria, no lugar de Ciclopes, era quem abastecia Júpiter com esta poderosa arma. Entre os nórdicos, que viviam no norte da Europa, Thor era o deus do trovão e dos raios.