Novas evidências mostram que a espécie acabou extinta pois tinha hábitos de alimentação muito restritos. Cientistas dizem que saber mais sobre a extinção pode ajudar a salvar os rinocerontes que ainda existem no planeta.
Antes das novas descobertas, acreditava-se que a espécie, cujo nome oficial é Elasmotherium sibericum, tinha sido extinta há cerca de 200 mil ou 100 mil anos.
Apesar de provavelmente ter sido extinto na pré-história, de acordo com a enciclopédia sueca Nordisk familjebok, publicada de 18, e com o cientista Willy Ley, o animal pode ter sobrevivido o suficiente para ser lembrado em mitos do povo russo como um touro com um único chifre na testa.
Essa lenda pode ter ajudado a transformá-lo definitivamente em ícone de castidade. Durante a Idade Média, essa imagem de pureza se espalhou pela religião cristã. “Na cultura medieval, o unicórnio aparece relacionado à Virgem Maria, fecundada pelo Espírito Santo.
Ocapi. Nas lendas, os unicórnios são uma espécie de mistura de características de outros animais: têm um corpo de cavalo branco, patas e barbicha de bode, rabo de leão e um chifre alongado. Na natureza, apenas um animal reúne tantos aspectos diferentes: o ocapi (Okapia johnstoni).
Essa figura que se parece com um cavalo – adornada com um chifre único em espiral na testa – é um unicórnio. E, acredite ou não, o animal é símbolo nacional da Escócia.
Pois bem, para os cientístas a novidade é eles estão extintos há menos tempo que imaginado. Antes a informação era que unicórnios não habitavam o planeta há 350 mil anos.
Uma espécie de rinoceronte gigante que pode ter sido a origem do mito do unicórnio viveu na terra a até pelo menos 39 mil anos atrás – muito mais tempo do que se pensava. Conhecido como "unicórnio da Sibéria", o animal tinha um longo chifre no nariz e vivia nas pradarias da Eurásia, a massa de terra que engloba os continentes europeu e asiático.
Unicórnios realmente existiram e chegaram a viver junto com os humanos – pelo menos no mesmo período. A extinção do “unicórnio siberiano”, ou Elasmotherium sibiricum, acreditava-se ter ocorrido por volta de 350 mil anos atrás. Porém, um fóssil descoberto em 2016, no Cazaquistão, mudou
Unicórnios já existiram, sim, mas não pareciam muito com esse desenho, não! (Foto: Thinkstock) Enquanto pensávamos que unicórnios existiam apenas em contos infantis, a ciência já sabia de sua existência!
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