Dos antigos Sete Povos das Missões localizados no Rio Grande do Sul, destacam-se as ruínas de São Miguel, um dos aldeamentos, chamados de redução, fundados por padres jesuítas, entre o final do século XVII e meados do século XVIII, para abrigar e catequizar os índios guaranis.
Em 1828 o monumento foi depredado durante os saques que ocorreram durante a Guerra da Cisplatina.
A igreja de São Miguel - Em estilo barroco, foi construída pelo arquiteto italiano Gian Batista Primoli, a partir de 1735. A maior e mais rica Redução Jesuíta, era o centro administrativo religioso e de estudos.
Cerca de 300 anos atrás, ela era o ponto principal de um povoado fundado por padres jesuítas e índios guarani. Hoje, as ruínas fazem parte do sítio histórico São Miguel Arcanjo, o único local do sul do país considerado Patrimônio Mundial pela Unesco.
Ruínas de São Miguel das Missões é um dos principais pontos turísticos do Rio Grande do Sul. O conjunto foi o que restou da antiga redução jesuítica de São Miguel Arcanjo, parte dos Sete Povos das Missões, localizada no município de São Miguel das Missões, Noroeste Gaúcho.
Gian Battista Primoli As ruínas da Igreja são os remanescentes do projeto atribuído ao arquiteto jesuíta italiano Gian Battista Primoli, inspirado na Igreja de Gesù (Roma), principal templo jesuítico romano.
Continuando os trabalhos de pesquisa e proteção, o IPHAN determinou modificações no Plano Diretor da vila de São Miguel das Missões, que começava a avançar sobre o sítio arqueológico.
Veja agora no resumo: As Missões Jesuíticas, também chamadas de Reduções, eram grandes aldeamentos indígenas organizados pelos padres jesuítas (da Companhia de Jesus) no continente americano, Eles começaram a chegar no Brasil a partir de 1549.
Organizados ao redor de uma praça, tinham na Igreja a principal edificação. Junto, estavam a residência dos padres, o colégio, as oficinas, o cemitério e o cotiguaçu, lar das viúvas e órfãs.
As disputas territoriais entre Portugal e Espanha, objeto dos tratados de Madri (em 1750) e Santo Ildefonso (em 1768), as guerras guaraníticas e a expulsão dos jesuítas dos dois países, respectivamente em 17, decretaram a decadência e o fim das missões jesuíticas.
São Miguel das Missões guarda a mais preservada missão jesuítica do Brasil. As ruínas do povoado, fundado no século 17, foram declaradas Patrimônio Mundial pela Unesco em 1983 (em conjunto com construções semelhantes que ficam na Argentina). O terreno com os restos da catedral e de construções vizinhas fica bem próximo ao Centro e ...
Em 1886 os telhados ruíram e o pórtico desabou. O longo período de abandono levou ao crescimento de grandes árvores no interior da construção. Em São Miguel das Missões localiza-se o Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, que recebe visitantes de terças-feiras à domingos, onde estão as ruínas jesuítas da antiga redução de São Miguel Arcanjo.
São Miguel das Missões guarda a mais preservada missão jesuítica do ... A cidade fica próxima da fronteira com a Argentina – 174 km de distância para São Borja.
A construção da Igreja de São Miguel, concluída em 1745, no final do período barroco, durou dez anos e seu projeto foi inspirado na Igreja de Gesú de Roma, sede da Companhia de Jesus.
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