Isso é normal? Caso os pinos a que você se refere sejam implantes, sim. È possível que a gengiva sobre eles tenha pouca espessura e acabe deixando a estremidade do implante visível.
Diagnóstico do paciente
“É como se fosse um terreno que analisamos antes de plantar a árvore. O terreno da boca é o osso. Assim, analisamos se o local de colocar o implante está correto, se há espaço”, compara Dr. Ferraz.
Sintomas de rejeição e alergias ao titânioUrticária, uma condição que resulta em inchaços vermelhos na superfície da pele ou da gengiva.Eczema ou manchas secas e com coceira na pele ou no tecido gengival.Eritema, que causa vermelhidão nos tecidos ao redor do implante.Inchaço ou dor no local do implante.Perda óssea.
Principais motivos que podem levar a perda do implante:
Quando não houve a osseointegração esperada; Má qualidade óssea ; Superaquecimento no osso durante a colocação do implante ; Infecções ou doença periodontal em torno do implante (geralmente ocasionada por higiene oral precária);
O pino nada mais é do que a fixação da base para receber a prótese posteriormente (o dente). Fazendo um paralelo para ficar ainda mais claro, o pino funciona como uma espécie de RAIZ do dente, porém artificial. A durabilidade dele também é para a vida toda.
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Os implantes são projetados para durarem por toda a vida. Isso porque são confeccionados com um material muito resistente, o titânio, e que permanece fixado no osso que sustenta os dentes. Assim, não sofre deterioração.
Em média uma restauração em resina dura de 5 a 10 anos. Porém, isto depende de uma série de fatores: a forma (técnica) como a restauração foi realizada, a qualidade da resina, o tamanho e o local da restauração, os hábitos de higiene e alimentação do paciente, manutenção, entre outras…
Implantes tortos ou mal posicionados podem apresentar má integração óssea ou mesmo rejeição. Não é em todos os casos que conseguimos recuperar o paciente da lesão do nervo bucal ou de implantes mal colocados.
Não existe rejeição a implantes. Assim, caso o procedimento tenha sido feito corretamente e o paciente tenha respeitado as orientações pós-operatórias, a taxa de sucesso das cirurgias gira em torno de 98%, ou seja, de cada mil pessoas que fazem esse procedimento, 980 delas não sofrem nenhuma perda ou rejeição.
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