A fórmula de agradecimento «bem haja» é frequente em certas zonas de Portugal, como alternativa a «obrigado/obrigada».
- obrigado, se se tratar de um sujeito masculino; - obrigada, se se tratar de um sujeito feminino; - obrigados, se se tratar de um sujeito masculino plural; - obrigadas, se se tratar de um sujeito feminino plural.
Portanto é sinônimo de: por isso, por consequência, por conseguinte, consequentemente, dessa forma, dessa maneira, desse modo, assim sendo, à vista disso, isto posto, logo, dessarte e destarte, entre outras.
Consoante a norma padrão, a forma correta é: agradecemos os cumprimentos, as flores, a recomendação, e não "agradeço pelos cumprimentos e pela recomendação". Isso porque o verbo agradecer tem dupla regência: é transitivo direto de coisa e indireto de pessoa.
"Obrigado" é o agradecimento básico da língua portuguesa e do povo brasileiro. Etimologicamente, entretanto, "obrigado" é o antiagradecimento. A palavra "agradecer" contém a raiz "gratus", do latim, que significa ser acolhido ou acolher com favor, de forma agradável –termo que, aliás, tem a mesma origem de agradecer.
Gravamos um vídeo com brasileiros em Portugal que passaram por situações engraçadas e inusitadas pelas diferenças na língua, veja e divirta-se! Quando cheguei em Portugal, tinha uma mania de chamar todo mundo de moço/moça e, não entendi o porquê, fechavam a cara para mim.
No entanto, os portugueses estão habituados com os brasileiros e acabam tolerando e até zoando com nossa cara. Contudo, respeito sempre deve vir em primeiro lugar. Portanto, evite usar palavras que soam como ofensas e procure ler o nosso dicionário de português de Portugal para se preparar.
O humorista português Ricardo Araújo Pereira e o humorista brasileiro Gregório Duvivier comentaram de forma muito engraçada essa diferença de pronúncia durante o Festival Literário Internacional de Óbidos de 2017, e constataram que quando nós brasileiros fechamos as vogais, os portugueses a abrem.
O acordo ortográfico, realizado em 2008 com o intuito de unificar língua portuguesa, de nada adiantou. Pelo contrário, causou ainda mais confusão. Em Portugal, por exemplo, alguns jornais simplesmente ignoram o acordo por acharem completamente desnecessário. Já no Brasil, tivemos que reaprender a boa parte da gramática.
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