O splicing alternativo é um processo pelo qual os exons de um transcrito primário são ligados de diferentes maneiras durante o processamento do RNA, levando à síntese de proteínas distintas.
No evento de splicing #1, todos os cinco éxons são mantidos no RNAm maduro. Ele consiste em Éxon 1 - Éxon 2 - Éxon 3 - Éxon 4 - Éxon 5.
Existem cinco tipos principais de splicing alternativo (Figura 1): exon skipping (uso alternativo de exon), alternative 5´ splice sites (sítios doadores [5'] alternativos), alternative 3´ splice sites (sítios aceptores [3'] alternativos), intron retention (retenção de intron) e mutually exclusive exons (exons ...
Em organismos complexos, a transcrição inicial de RNA pode sofrer splicing alternativo-os éxons podem ser descartados, e os introns, ou partes deles, mantidos-para produzir múltiplos RNA mensageiros, e portanto proteínas diferentes, a partir de um mesmo gene.
O processo de formação do RNA mensageiro maduro conta com o splicing, mecanismo que mantém as regiões que codificam para proteínas, os éxons, e retira as sequências não codificantes, os íntrons. Durante muito tempo os introns foram considerados apenas “DNA lixo” pois não havia função atribuída a eles.
Em eucariotas, a molécula de RNA resultante da transcrição tem de ser convertida em RNA mensageiro através de um mecanismo designado por processamento de RNA. Este processo consiste em dois passos: modificação das extremidades e excisão de intrões. Cada extremidade do transcrito primário, ou pré-mRNA, vai ser alterada.