- O flúor ajuda a endurecer o esmalte dos dentes permanentes que já se formaram. - O flúor trabalha durante os processos de desmineralização e remineralização que ocorrem naturalmente em sua boca. Sua saliva contém ácidos que causam a desmineralização nos dentes. Estes ácidos são liberados após a alimentação.
O flúor previne o aparecimento de cáries ao fortalecer o esmalte do dente, uma vez que ele reduz a velocidade de desmineralização. O flúor reage com a matriz mineral da superfície do esmalte, formando fluorapatita, que é menos solúvel em ácido do que a hidroxiapatita.
O mecanismo de ação dos fluoretos baseia-se na formação de fluoreto de cálcio na superfície da dentina. Entretanto, os referidos cristais apresentam diâmetro inferior ao da embocadura dos túbulos dentinários, o que implica a necessidade de mais de uma aplicação do produto para obtenção de efetividade.
O flúor restaura os minerais na superfície dos dentesuma área onde as bactérias poderiam ter corroído o esmalte. Além disso, também é capaz de prevenir o crescimento de bactérias orais nocivas e prevenir cáries.
O mecanismo pelo qual os fluoretos conferem maior resistência ao esmalte dentário ocorre na superfície dessa estrutura, ao longo de toda a vida, mediante sucessivos episódios de desmineralização e remineralização superficial, desencadeados pela queda de pH decorrentes da produção de ácidos a partir de carboidratos.
O flúor possui dois mecanismos de atuação no combate à cárie: sobre o hospedeiro (dente), tornando-o mais resistente ou sobre o metabolismo das bactérias. 1. Atuação do flúor na formação dos dentes: O principal mineral presente nos dentes é a hidroxipatita (60%) que sofre a seguinte reação de dissociação.
Independentemente da maneira usada para sua obtenção — seja por meio das águas fluoretadas, pasta de dente ou aplicação no consultório —, a substância segue como essencial no combate à cárie, um mal que continua sendo um desafio para o Brasil.
E o excesso de flúor? Apesar das inúmeras vantagens, é preciso ter uma dose de cautela. A ingestão excessiva do flúor, no processo de formação dos dentes, pode causar a chamada fluorose, condição em que a cor do esmalte dos dentes passa a exibir uma tonalidade esbranquiçada, pequenas manchas ou linhas brancas.
O uso da substância também pode ocorrer por via tópica, ou seja, quando ela é aplicada diretamente na boca. Nessas condições, o flúor é apresentado à cavidade bucal por meio de bochechos, escovação dos dentes e na forma de gel ou espuma, inclusive com moldeiras ajustáveis. Todo mundo pode se beneficiar com o uso do flúor, inclusive as crianças.
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