Amarelo: Folhas felpudas pequenas, em geral em formação de folhas por ramo. Roxo: Folhas lisas, às vezes serrilhadas na ponta, crescimento rápido. Branco: Folhas arredondadas. Rosa: Folhas grandes e suculentas, talos verdes e crescimento rápido.
As folhas, de coloração verde-escura, são opostas, decícuas, compostas, digitadas, longamente pecioladas e com os bordos serrilhados. Cada folha é composta por 5 a 7 folíolos, glabros, com ápice agudo. A flor, roxo-violácea, é pouco pilosa.
O Ipê-rosa tem o Caule do tipo tronco, chegando a mais de 30 metros de altura e 90 cm de diâmetro. Folhas de coloração verde-escura, compostas, de distribuição oposta, medindo 6x10cm. A margem é serreada, há um pecíolo longo, liso e cilíndrico e a venação é nítida, do tipo peninérvea.
“O ipê tem flores na cor branca, amarela, rosa, roxo, e temos inclusive o ipê verde, que tem uma flor esverdeada”, conta Lúcia.
Folhas digitadas com cinco folíolos, mais duros e coriáceos. As flores são amarelas em cachos. Vagem bipartida de 20 cm, marrom claro e coberta de pelos, que se abre liberando sementes com asa transparente.
Para maior conhecimento, seguem mais detalhes sobre as espécies mais comuns de ipês aqui no Brasil:
O ipê-rosa é uma árvore Bignoniaceae nativa da América do Sul, distribuída bem entre o México e o Norte da Argentina, por conseguinte às regiões tropicais e subtropicais.
Para maior conhecimento, seguem mais detalhes sobre as espécies mais comuns de ipês aqui no Brasil: Espécie comum na região centro-oeste, sudeste e sul do Brasil, sua árvore pode alcançar de 6 até 14 metros de altura e tronco de 30 a 50 cm. Suas flores são amarelas e costumam florescer a partir do final de julho até setembro.
Na paisagem desse inverno seco paulistano, árvores em flor chamam atenção para todo lado, das eritrinas às patas-de-vaca. Mas sãos mesmo os ipês que estão com tudo. Se não me falha a memória, fazia alguns anos que as variedades de ipê roxo não floresciam de um modo tão exuberante pelas ruas da cidade.
Ou seja: é da experiência de quase morte, de seu flagelo frente às severidades do clima que vem a beleza dos ipês. A planta entende o estresse como sinal de que seu fim pode ser iminente – e, como resposta, busca produzir o máximo de sementes para deixar descendentes.
Ou seja, há muito tempo o ipê é utilizado como matéria prima em razão da boa qualidade da madeira, tendo como características principais: 1 Muito densa e forte; 2 Pesada e dura, difícil de serrar; 3 Grande durabilidade mesmo quando em condições favoráveis ao apodrecimento; 4 Alta resistência aos parasitas e à umidade;
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