Mulheres mais velhas, sobretudo a partir dos 50 anos de idade, têm maior risco de desenvolver câncer de mama.
Mulheres acima de 55 anos têm mais chances de desenvolver câncer de mama invasivo. Do ponto de vista étnico, no geral, as mulheres caucasianas têm mais tendência a desenvolver câncer de mama do que as negras. Porém, em mulheres com menos de 45 anos, a doença é mais incidente em negras.
A chance de uma pessoa receber diagnóstico de câncer ao longo da vida é de 50%; descubra o que você pode fazer para tentar ficar fora dessa estatística. É sabido que o número de casos de câncer aumenta a cada dia. Isso acontece no Brasil e no resto do mundo, em grande parte devido ao envelhecimento da população.
O câncer de mama é causado por alterações genéticas, diretamente relacionadas à biologia celular, que podem ser estimuladas por fatores ambientais tais como: tabagismo, uso de hormônios (TRH – terapia de reposição hormonal por tempo prolongado), obesidade, fumo e alcoolismo.
No Brasil, esse percentual é de 29%. Segundo a American Cancer Society, uma em cada 8 mulheres que viverem até os 75 anos terão diagnóstico de câncer de mama. Em raros casos (1% do total), a doença também acomete homens.
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Câncer de mama tem maior incidência após 60 anos, mas comportamento da doença é mais agressivo em mulheres jovens. Se diagnosticado no início, chances de cura são acima de 90%.
"O câncer de mama do tipo HER-2 adequadamente tratado pode levar a um tempo médio de 5 anos, o tumor com receptores hormonais também tem um bom tempo de sobrevida e o câncer triplo negativo, que não tem a proteína HER-2 nem os receptores hormonais, tem menor sobrevida”, explica o oncologista.
O câncer pode ser causado por fatores externos (substâncias químicas, radiação e vírus) e internos (hormônios, condições imunológicas e mutações genéticas). Os fatores causais podem agir em conjunto ou em sequência para iniciar ou promover o processo de formação do câncer.
Mas para saber se este é realmente um problema, existe o teste genético, que ajuda a identificar. Ele esclarece que o teste genético é um exame, feito no sangue ou na saliva, que avalia se o indivíduo possui em seu DNA alguma mutação genética que predisponha o risco para o câncer.
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