O ciumento manda e o outro obedece”, explica a psicóloga. Gina reforça que o ciumento doentio não tem domínio sobre seus sentimentos e atitudes e acaba fazendo tentativas de dominar o parceiro. “A pessoa que tem ciúmes em excesso sofre muito. E tira a liberdade, a individualidade do outro”, diz.
Nas relações românticas, o ciúme pode estar baseado nas ações do próprio ciumento, que flerta com outros ou é infiel, nas ações do parceiro, que provoca e dá sinais de infidelidade, ou apenas naquela já dita insegurança. “O ciúme reverte em controle e daí começa a invasão do celular e das redes sociais do parceiro.
Na maioria dos casos, ter ciúmes em alguma relação é completamente normal. Porém, quando esse grau de ciúmes é desproporcional, constante e até mesmo sem fundamento, podemos vivenciar o ciúmes obsessivo, que está mais relacionado a necessidade de controle e desconfiança, do que de amor.
A pressão causada pela desconfiança e a perda da individualidade que o ciúme doentio causa, podem levar uma pessoa à desenvolver depressão e transtornos de ansiedade graves.
O ciúme é um sentimento comum nas mais diversas relações, mas quando há algo que foge ao controle isso sim é motivo de atenção. As causas podem ser variadas: uma autoimagem debilitada, abandonos anteriores, sensação de posse do parceiro, entre outros.
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