Nesse sentido, Kant começa a esboçar os limites do conhecimento humano, mostrando que o conhecimento está com base naquilo que é possível conhecer, aquilo que pode ser dado na experiência sensível, além de observar que as estruturas espaço- temporal possibilitam a apreensão dos objetos sensíveis.
Os limites do conhecimento
Em sua análise, Kant chega também aos limites do conhecimento. Só conhecemos o mundo refratado através dos quadros subjetivos do espaço e do tempo. Ou seja, só conhecemos os fenômenos, e não as coisas em si.
O que equivale a responder: "o conhecimento é possível porque o homem possui faculdades que o tornam possível". Com isso, o filósofo passa a investigar a razão e seus limites, ao invés de investigar como deve ser o mundo para que se possa conhecê-lo, como a filosofia havia feito até então.
O entendimento é uma das duas fontes de conhecimento, juntamente com a sensibilidade. É a faculdade de pensar o objeto. Segundo Kant, é caracterizado por ser o lado ativo e criativo do conhecimento, pelo facto de produzir espontaneamente determinado tipo de princípios que vão ser os conceitos puros do entendimento.
Kant mostra que “todo o conhecimento se inicia com a experiência, isso não prova que todo ele derive da experiência” (KANT, 1997, p. 36), ou seja, para conhecer é preciso tanto a razão com seus instrumentos, como a experiência com os fatos da realidade empírica.
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5) As categorias, para Kant, são inatas ao próprio entendimento (ao próprio sujeito) e estão classificadas em número de 12 (realidade, negação e limitação = categorias de qualidade; unidade, pluralidade e totalidade = categorias de quantidade; substância, causalidade e comunidade = categorias de relação; possibilidade, ...
Escreve Durkheim: “Existe, na raiz de nossos juízos, um certo número de noções essenciais que dominam toda nossa vida intelectual; são as que os filósofos, depo s de Aristóte les, chamam as categorias do entendimento: noções de tempo, de espaço, de gênero, de número, de causa, de substância, de personalidade, etc.” ( ...
Principais Ideias de Kant
Kant revela que o espírito ou razão, modela e coordena as sensações, das quais as impressões dos sentidos externos são apenas matéria prima para o conhecimento. O julgamento estético e teleológico unem nossos julgamentos morais e empíricos, de modo à unificar o seu sistema.
Sendo tão poderosa, a ciência desconheceria limites. No entanto, há diversos sentidos em que se pode dizer que o conhecimento científico é limitado. ... Num sentido fácil de entender, o conhecimento científico exibe limites simplesmente pelo fato de que nem tudo no mundo foi investigado pela ciência.
A estrutura cognitiva humana sujeita-se a uma atividade conceitual a priori do entendimento, sendo que, seu uso legítimo limita-se ao que pode ser intuído sensorialmente, entretanto, qualquer intento ou aplicação fora deste limite sensível será sempre ilícito. A realidade é chamada de númeno.
A ciência é infinda mas limitada. Além dos limites internos – regras, axiomas, leis, teoremas, etc. – e outros impostos pelos instrumentos e técnicas de medida, os limites mais importantes são de natureza ética, política e económico-financeira.
Na perspectiva de Kant, a razão humana, através de sua capacidade cognitiva, não consegue alcançar a realidade absoluta. De acordo com ele, a metafísica vive e morre em antinomias. Bergson sublinha que, para Kant, a metafísica só seria possível por intermédio do esforço da intuição.
As formas a priori do entendimento são divididas em categorias que ficam a cargo de pensar os fenômenos. Existem doze tipos de formas a priori do entendimento e são organizadas em quatro categorias: quantidade, qualidade, relação e modalidade.
A teoria do conhecimento de Kant
Por um ângulo, os racionalistas apontavam que o conhecimento era originado na razão, construído antes mesmo de qualquer experiência. Em contrapartida, os empiristas defendiam que cada homem nasce como um quadro em branco e o conhecimento parte das sensações.
Tem-se, então, os diferentes tipos de conhecimento:
Conhecimento Empírico. Conhecimento Científico. Conhecimento Filosófico. Conhecimento Teológico.
A Ciência se ocupa de problemas específicos dos fenômenos naturais enquanto a filosofia se encarrega de estudar os problemas gerais. No entanto, em última análise, o estudo de ambos não é contraditório e sim complementário.
Ao buscar a definição de limite no dicionário de filosofia, Aristóteles estabelece que o limite fixa o término de uma coisa fora do qual não tem existência, mas é também começo de outra coisa diferente; o limite é, portanto, ponto de finitude e de partida (5).
Por que o estudo da razão, de suas possibilidades e limites, deve preceder o estudo da realidade? Porque só podemos conhecer o que está dentro dos limites da razão. Se tivermos consciência desses limites, poderemos identificar os conhecimentos que o ser humano pode atingir.
A razão também tem filtro, que é o espaço e o tempo, esses não existem fora dos homens, eles estão na nossa consciência assim como ordem das coisas dos mundo não existe fora do homem. Dessa maneira, segundo Kant, nunca conheceremos as coisas como elas são de fato.
Defensor da liberdade irrestrita, Sartre acreditava ser a liberdade o que movia o ser humano. Para ele, o ser humano é, paradoxalmente, condenado à liberdade. Somos seres feitos de escolhas. Por mais que eventos externos afetem as nossas escolhas, nós continuamos escolhendo.
Segundo o pensamento aristotélico, a felicidade (eudaimonia) é o único objetivo do homem. E se para ser feliz, é preciso fazer o bem a outrem, então o homem é um ser social e, mais precisamente, um ser político. Com efeito, cabe ao Estado “garantir o bem-estar e a felicidade dos seus governados”.
Uma revisão de literatura de temas relacionados as principais teorias do conhecimento é apresentada com ênfase no inatismo, na metafísica, no racionalismo, no empirismo, criticismo e fenomenologia.
Para Kant, as categorias são estruturas lógicas comuns a todos os seres humanos. São pura forma. No caso, a forma lógica por meio da qual se formam os juízos, expressando a maneira como se fala das coisas do mundo.
As formas puras da intuição sensível como princípios do conhecimento é o tempo e o espaço. O espaço e o tempo kantiano não são determinações ontológicas, ou estruturas dos objetos, mas modos e funções próprias do sujeito, isto é, são formas inerentes a priori de sua capacidade cognitiva.
Kant distingue dois elementos na sensibilidade: a matéria, ou seja, o conjunto das impressões sensoriais que o sujeito recebe passivamente do exterior; e a forma, as intuições puras a priori que vão organizar a realidade, composta pelo espaço e pelo tempo, as estruturas através dos quais o sujeito se representa.
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