APRESENTAÇÃO: é a região fetal que se encontra mais próxima da bacia materna (parte do corpo que irá nascer primeiro). Por exemplo, chamamos de APRESENTAÇÃO CEFÁLICA quando o feto está com a cabeça para baixo e APRESENTAÇÃO PÉLVICA quando o feto está com a cabeça para cima e portanto irá nascer de nádegas.
É a relação entre o eixo longitudinal fetal e o da mãe, sendo longitudinal ou transversal. O casionalmente os eixos fetal e materno podem cruzar em um ângulo de 45 graus, formando uma situação óbliqua, instavel e que sempre se torna longitudinal ou tranversal no momento do parto.
Nos fetos em situação longitudinal podemos ter duas opções: Apresentação Cefálica – de cabeça para baixo – , ou Apresentação Pélvica – de cabeça para cima e bumbum para baixo. Essa informação é muito importante, em especial no último mês da gravidez, pois pode ser um determinante para a via de parto.
A posição cefálica é um termo utilizado para descrever quando o bebê se encontra com a cabeça virada para baixo, que é a posição esperada para que ele nasça sem complicações e para que o parto decorra normalmente.
Cabeça primeiro (denominada de apresentação de vértice ou cefálica) Virado para trás. Rosto e corpo angulados em direção à direita ou à esquerda.
SITUAÇÃO: relação do maior eixo do feto (a coluna) em relação ao maior eixo do útero. Quando o maior eixo do feto coincide com o maior eixo do útero, temos uma situação longitudinal. Agora, se o maior eixo do feto estiver perpendicular ao maior eixo do útero, esta é uma situação transversa.
Entretanto, o bebê assume espontaneamente a posição cefálica na maior parte das gestações, fazendo com que o parto normal aconteça com tranquilidade. Essa posição — virada — do bebê na barriga pode acontecer em qualquer período da gestação. Mais frequentemente, o bebê vira-se a partir da 28ª semana.
Para saber se o bebê encaixou, o médico pode fazer uma palpação do abdômen, para verificar se a cabeça começou a encaixar. Se três ou quatro quintos da cabeça se sentirem acima do osso púbico, o bebê não está encaixado, mas se se sentir apenas um quinto, significa que o bebê já está profundamente encaixado.
Trata-se da interação entre o feto, a bacia e o útero. Por convenção, a orientação fetal na cavidade uterina é descrita em relação à situação, apresentação, atitude e posição fetais. Estes pontos podem ser estabelecidos clinicamente por palpação abdominal, exame vaginal e ausculta do feto.
Em geral, até o sexto mês de gestação, a cabeça fetal é comumente encontrada no fundo uterino (apresentação pélvica). Após essa idade gestacional, é comum a ocorrência de um movimento circular do feto sobre seu eixo, quando ele assume a apresentação cefálica.
Ao final da gestação o feto assume uma postura característica descrita como atitude ou hábito, sendo assim, atitude diz respeito a relação do feto com seu proprio eixo. O feto torna-se dobrado ou curvado sobre si mesmo, esta postura característica resulta do modo de crescimento fetal e sua acomodação à cavidade uterina.
O feto está posicionado normalmente para o parto (cabeça primeiro), mas os ombros ficam alojados contra o osso púbico da mulher conforme a cabeça sai. Assim, a cabeça é empurrada para dentro contra a abertura vaginal. O bebê não consegue respirar porque o tórax e o cordão umbilical ficam comprimidos pelo canal vaginal.
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