De acordo com dados apresentados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Pan-americana da Saúde (OPAS), o Brasil é o país mais ansioso do mundo, com 9,3% da população ansiosa, e o segundo maior das Américas com depressão, sendo que tal doença atinge 5,8% da população.
Brasil é considerado o país mais ansioso do mundoBalanço Geral Litoral.21/07/2021 - 14h13.
O dado alarmante é da própria Organização Mundial da Saúde (OMS): hoje, o Brasil é o País com o maior número de pessoas ansiosas. De acordo com o estudo, a ansiedade atinge cerca de 264 milhões de pessoas em todo o mundo – destas, 18 milhões são brasileiras (9,3% da população).
Segundo a OMS, o Brasil é o país mais ansioso do mundo.
Já o país com menor prevalência de depressão no mundo, segundo o relatório, são as Ilhas Salomão, na Oceania, onde a depressão atinge 2,9% da população.
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O índice de 41% ranqueia o Brasil na primeira posição entre as nações mais ansiosas. Em segundo lugar, está o México, com 35%. Com 32%, o terceiro posto vai para a Rússia. Por outro lado, Japão (6%), Alemanha (7%) e Coreia do Sul (15%) são os menos impactados pela ansiedade a nível global, segundo os ouvidos do estudo.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a ansiedade afeta 18,6 milhões de brasileiros e os transtornos mentais são responsáveis por mais de um terço do número de pessoas incapacitadas nas Américas. A Covid-19 fez não só com que esses transtornos se agravassem, mas também trouxe novas questões.
Os dados evidenciam ainda que o universo feminino é o mais afetado: 3,6% dos homens apresentam o problema, enquanto no caso das mulheres o número dobra, chegando a 7,7%. A ansiedade pode surgir de diversas maneiras.
Mais de 17 mil pessoas em todo o Brasil participaram do estudo. O resultado mais alarmante: 86,5% dos entrevistados estavam enquadrados em algum tipo de ansiedade patológica. - Desde 2017 o Brasil tem o maior índice de pessoas com transtornos de ansiedade em todo o mundo.
Um problema, muitas causas
No Brasil, a crise econômica sem previsão para terminar, a radicalização na política, o desemprego que não recua e a realidade social cruel se somam à fórmula que faz de nós o povo mais ansioso do mundo.
São Paulo — O Brasil sofre uma epidemia de ansiedade. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o País tem o maior número de pessoas ansiosas do mundo: 18,6 milhões de brasileiros (9,3% da população) convivem com o transtorno.
Além da depressão, a entidade indica que, ao redor do mundo, 264 milhões de pessoas sofrem com transtornos de ansiedade, uma média de 3,6%.
Entre os adultos, as mulheres têm chance duas vezes maior de desenvolver a doença que os homens. Ao mesmo tempo, o Brasil sofre uma verdadeira epidemia de ansiedade. Dados divulgados pela OMS mostram que 18,6 milhões de brasileiros, ou seja, 9,3% da população, convivem com sintomas de ansiedade.
A depressão é um transtorno comum, mas sério, que interfere na vida diária, capacidade de trabalhar, dormir, estudar, comer e aproveitar a vida. É causada por uma combinação de fatores genéticos, biológicos, ambientais e psicológicos.
Para a Organização Mundial de Saúde (OMS):
Saúde mental refere-se a um bem estar no qual o indivíduo desenvolve suas habilidades pessoais, consegue lidar com os estresses da vida, trabalha de forma produtiva e encontra-se apto a dar sua contribuição para sua comunidade.
O que causa ansiedade, de modo geral, são momentos de grande estresse ou situações traumáticas. Contudo, as crises também podem acontecer quando a pessoa está calma e não passou por nenhum evento. Elas são reações extremas, em que o indivíduo se sente alarmado, como se algo muito ruim fosse acontecer.
De acordo com o estudo, o Brasil aparece como primeiro no ranking como o país que mais se preocupa com saúde mental.
Os níveis de ansiedade atingem seu ponto máximo entre os 40 e os 60 anos, indicam novas estatísticas, provando que a “crise da meia-idade” pode ser mais real do que muita gente imagina.
De acordo com a OMS, cerca de 5,8% da população brasileira sofrem de depressão – um total de 11,5 milhões de casos. O índice é o maior na América Latina e o segundo maior nas Américas, atrás apenas dos Estados Unidos, que registram 5,9% da população com o transtorno e um total de 17,4 milhões de casos.
A faixa etária mais afetada varia entre 55 e 74 anos. “Apesar de a depressão atingir sujeitos de todas as idades, o risco se torna maior na presença de pobreza, desemprego, morte de um ente querido, ruptura de relacionamento, doenças e uso de álcool e de drogas”, atesta o relatório.
Segundo o estudo, o Brasil é o país que mais tem casos de ansiedade (63%) e depressão (59%). Em segundo lugar está a Irlanda com 61% das pessoas com ansiedade e 57% com depressão, e os Estados Unidos, com 60% e 55%, respectivamente.
Dados da Organização Mundial da Saúde apontam para mais de 260 milhões de pessoas que apresentam algum tipo de problema com a saúde mental. A pandemia do novo Coronavírus só fez esse volume avançar.
Em 2015, suicidaram-se em todo o mundo 828 000 pessoas, um ligeiro aumento face aos 712 000 suicídios em 1990. Em 2015, o suicídio foi a décima principal causa de morte em todo o mundo. O suicídio é a causa de cerca de 0,5% das mortes. Em cada ano, 12 em cada 100 000 pessoas morrem por suicídio.
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