Crânio de Luzia é encontrado em escombros do Museu Nacional do Rio.
O esqueleto foi descoberto nos anos 1970 em escavações na Lapa Vermelha, uma gruta no município de Pedro Leopoldo, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Em 2018, o fóssil foi queimado e quase destruído no incêndio do Museu Nacional.
O Instituto Estadual de Florestas (IEF) não sabia da instalação da fábrica da Heineken em área perto do sítio arqueológico de Pedro Leopoldo, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O fóssil mais antigo das Américas, a "Luzia", foi encontrada neste local, administrado pelo órgão.
O crânio de Luzia estava numa caixa de metal, dentro de um armário, no térreo do museu. Encontrar todos os ossos juntos depois do incêndio foi uma grande surpresa. Os pesquisadores estavam acompanhando o trabalho de escoramento do prédio e, mexendo nos escombros, acharam Luzia. “Ninguém conseguiu segurar.
Ele é formado por 28 ossos. É um dos componentes do sistema esquelético da cabeça e está localizada na parte superior do corpo e unida ao pescoço.
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A assessoria do Museu Nacional, do Rio de Janeiro (RJ), informou na tarde desta sexta-feira que foi encontrado, em meio aos escombros do prédio destruído por um incêndio em 2 de setembro, o crânio de Luzia, considerada a “primeira brasileira”. O fóssil tem 11,4 mil anos.
Luzia. O mais célebre fóssil brasileiro. O crânio foi descoberto na década de 70 em uma expedição arqueológica franco-brasileira realizada em Lapa Vermelha, uma gruta em Minas Gerais. O fóssil tem cerca de 12 mil anos e derrubou teorias norte-americanas sobre a entrada dos primeiros habitantes do continente americano.
Cientistas descobrem que fóssil humano mais antigo já descoberto é ainda mais velho do que se imaginava. Os fósseis conhecidos como Homens de Kibish foram encontrados entre os anos 1967 e 1974 na Etiópia, no vale do rio Omo. Eles eram os restos mortais de dois Homo sapiens que foram chamados de Omo I e Omo II.
O mais antigo fóssil humano — conhecido como “Omo I” — tem cerca de 230 mil anos, segundo estudo publicado na revista Nature nesta quarta-feira (12). A descoberta, feita por uma análise química do fóssil, faz com que ele se torne ainda mais velho do que se imaginava.
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