As principais características do Realismo remetem a uma oposição ao movimento artístico anterior, o Romantismo. Nesse sentido, opondo-se à idealização amorosa, os realistas representavam figuras humanas profundas, que fugiam aos estereótipos de herói, da amada ou do vilão, típicos dos românticos.
No Brasil, o realismo foi um movimento literário em que seu principal expoente foi Machado de Assis. Inclusive, tal estilo teve como marco inicial no país a publicação de Memórias Póstumas de Brás Cubras, um dos mais célebres romances machadianos.
Dois fatos históricos foram fundamentais para a criação e crescimento do movimento realista nas artes: a Revolução Francesa e a Revolução Industrial. A influência desses marcos ocorreu, pois, como consequência de ambos, surgiu o crescimento do poder da burguesia na sociedade.
O Realismo é uma estética do século XIX que defende a objetividade, a moderação do sentimentalismo e a visão científica, opondo-se ao Romantismo.
O Realismo no Brasil teve início no ano de 1881, quando Machado de Assis (1839-1908), que, até então, era um escritor romântico, publicou a obra realista Memórias póstumas de Brás Cubas.
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O Realismo no Brasil foi um movimento artístico e literário, que influenciou o país em meados do século XIX, mais precisamente no ano de 1881, através da publicação do livro de Machado de Assis: Memórias Póstumas de Brás Cuba.
O principal nome entre os autores do realismo brasileiro é Machado de Assis. Registrado como Joaquim Maria Machado de Assis, o autor nasceu no Rio de Janeiro em 21 de junho de 1839. Ele foi poeta, dramaturgo, cronista, romancista, jornalista, crítico literário e contista.
Resumo do realismo
Surgiu na segunda metade do século XIX, em oposição à estética do romantismo. Valorizava a objetividade, o factual e as situações cotidianas. Pretendia expor os fatos tais como eles são, sem idealizações. Na literatura, o gênero realista por excelência foi a prosa.
O realismo surgiu na segunda metade do século 19. Foi essencialmente uma reação ao idealismo da literatura romântica. O próprio romantismo, aliás, surgido no início do mesmo século, já vinha abandonando o idealismo, como se pode ver na obra do francês Victor Hugo, que não apresentava essa tendência em seus livros.