As Paralimpíadas são o evento esportivo realizado a cada quatro anos para atletas com diferentes graus de deficiência. Surgiram em 1960, sendo resultado da utilização do esporte como ferramenta para reabilitação de deficientes. A primeira participação brasileira foi em 1972, e nossa primeira medalha veio em 1976.
O principal objetivo da inclusão social na Paralimpíada é a valorização dos esportistas com deficiência como atletas, destacando apenas sua atuação na competição independente de seu biótipo ou sua deficiência. ... O Brasil estreou nos Jogos Paralímpicos em 1976 conseguindo sua primeira medalha na edição seguinte.
Nos Jogos Olímpicos de Londres-1948, o médico organizou competições de arco e flecha e basquete em cadeiras de rodas para seus 16 atletas (14 homens e duas mulheres) portadores de deficiências. ... Em 1960, a competição iniciada por Guttmann foi disputada em Roma, na Itália, já sob o nome de Jogos Paraolímpicos.
As Paralimpíadas são o evento esportivo realizado a cada quatro anos para atletas com diferentes graus de deficiência. Surgiram em 1960, sendo resultado da utilização do esporte como ferramenta para reabilitação de deficientes. A primeira participação brasileira foi em 1972, e nossa primeira medalha veio em 1976.
Em 1948, Ludwig Guttman organizou uma competição esportiva que envolvia veteranos da Segunda Guerra Mundial com lesão na medula espinhal. O evento foi realizado em Stoke Mandeville, na Inglaterra. Quatro anos mais tarde, competidores da Holanda uniram-se aos jogos e, assim, nasceu um movimento internacional.
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O neurologista Ludwig Guttmann trabalhava no Hospital Wenzel Hencke e dava aulas na Universidade da Breslávia, quando o governo da Alemanha nazista pôs em vigor as Leis de Nuerembeg, um conjunto de regras antissemitas que, entre outras medidas, proibia judeus de praticar medicina.
A atividade esportiva contribui não só para o desenvolvimento físico, como também é uma poderosa ferramenta de ajuda na reabilitação e inclusão social de pessoas com deficiência.
Atleta brasileira diz que Jogos Paralímpicos são exemplo de cidadania. ... Muito mais do que medalhas, os Jogos Paralímpicos trazem para os atletas com necessidades especiais o reconhecimento, a superação e a visibilidade para os problemas de acessibilidade e preconceitos enfrentados na sociedade.
Você já percebeu que agora o nome “Paralimpíadas” ou a expressão “atletas paralímpicos” aparecem sem a letra “o”? A mudança foi feita para igualar ao uso de todos os outros países de Língua Portuguesa. ... Uma curiosidade: o termo vem do inglês paralympic, que surgiu a partir do cruzamento de para(plegic) + (o)lympics.
E uma das missões do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) é promover a inclusão das pessoas com deficiência na sociedade em todas as suas dimensões. Uma ferramenta para atingir essa meta é o esporte. ... O CPB faz diversas ações para promover a prática de esportes e a inclusão de crianças e jovens com deficiência.
A realização dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e, principalmente, dos Jogos Paralímpicos, representa um marco histórico no Brasil, como uma ferramenta de conscientização e de inclusão social, à medida que promove oportunidade de superação e mudanças na cidade do Rio de Janeiro, trazendo os olhos do mundo ao país.
Os atletas paralímpicos querem ser tratados como atletas e isso pode contribuir para uma transformação paradigmática sobre as PCD, sendo reconhecidas como pessoas produtivas e eficientes, de acordo com as condições que a sociedade lhes oferece, assim como qualquer outro cidadão.
A visibilidade adquirida pelos atletas faz com que pessoas com deficiência tenham mais oportunidades em outros segmentos do mercado. Os Jogos Paralímpicos reforçam a importância de debates sobre a inclusão de pessoas com deficiências.
promove maior equidade, pois aumenta o apoio e incentivo dos governos aos esportistas mulheres e paraolímpicos; encoraja o intercâmbio educacional e humanitário entre os países; aproxima e une as pessoas; desenvolve o esporte em todo o mundo, especialmente entre os países mais pobres.
Portanto, poderíamos dizer que o esporte paralímpico é, muitas vezes, visto como menos importante, pois o atleta com deficiência não conseguiria atingir os mesmos resultados de atletas olímpicos.
O esporte surgiu como uma ferramenta de reabilitação física dos veteranos, bem como uma forma de aumentar a autoestima deles. Por isso, quando as Olimpíadas de Londres começaram em 1948, Guttmann criou um evento semelhante no Stoke Mandeville.
Em vez de adaptar uma modalidade às necessidades dos deficientes, o austríaco Hanz Lorezen e o alemão Sepp Reindle criaram, em 1946, um novo esporte direcionado aos veteranos da Segunda Guerra Mundial que haviam perdido a visão. A apresentação do goalball foi feita nos Jogos de Toronto, 30 anos depois.
No cenário brasileiro, o paradesporto foi introduzido pela iniciativa de Robson Sampaio de Almeida e Sérgio Serafim Del Grande que após sofrerem acidentes, buscaram nos Estados Unidos os serviços de reabilitação (ARAÚJO, 1997, p. 16).
O paradesporto, modalidade esportiva com regras adaptadas à pessoas com deficiência, surgiu após a Segunda Guerra Mundial. No Brasil só se teve conhecimento do paradesporto em 1958.
Foi após a I Guerra Mundial que o esporte começou a ser utilizado como ferramenta para reabilitação e inserção social da pessoa portadora de deficiência. Primeiramente, a intenção era oferecer uma alternativa de tratamento aos indivíduos que sofreram traumas medulares durante o conflito.
“A classificação é a base do Movimento Paralímpico, ela determina quais atletas são elegíveis para competir em um esporte e como os atletas são agrupados para a competição”, diz o IPC. ...
“A importância da prática esportiva na vida de pessoas com deficiência é essencial, além disso, as atividades esportivas ajudam no processo de reabilitação dessas pessoas.” complementa a diretora da instituição. ... O amadorismo no esporte está além da inclusão, já que possui a perspectiva de uma longa e vitoriosa jornada.
Sua efetividade está intimamente atrelada à transformação de paradigmas, estereótipos e preconceitos. Isso é possível por meio da educação formal, da mídia e de fenômenos socioculturais capazes de contribuir para modificar ou reforçar valores morais, como o esporte.
As regras, as habilidades sociais e a superação dos próprios limites trabalhados durante os exercícios são qualidades que acabam fazendo parte da personalidade de quem o pratica. Isso auxilia na inclusão social com o fortalecimento da autoestima e na formação de um indivíduo mais consciente de si.
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