Segundo o padrão de nossa língua escrita, nunca se inicia frase com os pronomes pessoais: me, te, se, lhe(s), o(s), a(s), nos e vos. A frase deve ser começada pelo verbo, com o pronome em ênclise (depois do verbo): Enviei-lhe um recado por e-mail. Diga-me sempre a verdade.
Neste caso, a frase está na VOZ ATIVA REFLEXIVA, e a partícula “se” é pronome pessoal reflexivo. Sintaticamente, sua função é de OBJETO DIRETO. Os alunos riram-se. Em construções com esta, a partícula SE não possui função sintática, é chamada de expletiva, pois é usada apenas como um realce estilístico. Estarei aqui bem cedo, se tudo der certo.
Em construções com esta, a partícula SE não possui função sintática, é chamada de expletiva, pois é usada apenas como um realce estilístico. A partícula SE como CONJUNÇÃO. Veja os exemplos: Estarei aqui bem cedo, se tudo der certo. Não tenho certeza se esta é a melhor escolha.
Ex: Discorda- se do fato. d) Partícula expletiva: não desempenha nenhuma função sintática ao se associar a verbos. e) Partícula integrante do verbo: ligada a verbos pronominais.
A partícula “se” assume várias funções na Língua Portuguesa: 1- Conjunção: a) Conjunção subordinativa integrante: a conjunção introduz orações subordinadas substantivas. Ex: Quero saber se ela virá à festa.
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