Os sujeitos da relação jurídica da seguridade social são: O sujeito ativo (quem dela necessitar); sujeitos passivos (poderes públicos, como sendo a União, Estados e Municípios) e a sociedade em geral. O objeto da relação jurídica de que se trata merece especial atenção.
A relação previdenciária possui duas vertentes: a) o custeio, que envolve a obrigação de pagar as contribuições previdenciárias pelos segurados e pelas empresas, empregadores e equiparados, tendo natureza tributária; b) o plano de benefícios e serviços, que representa o pagamento de prestações pela Previdência Social ...
A Seguridade Social será financiada por toda sociedade, de forma direta e indireta, nos termos do art. 195 da Constituição Federal e da Lei 8.212/91, mediante recursos provenientes da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e de contribuições sociais.
195 da Constituição Federal e na Lei 8.212/91, que trazem que a Seguridade Social deve ser financiada por toda sociedade, de forma direta e indireta, através dos impostos e pela contribuição direta, mediante recursos provenientes da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e de contribuições sociais.
A Seguridade Social possui natureza jurídica de Direito Público, enquanto o Direito do Trabalho possui a natureza jurídica do Direito Privado.
A Seguridade Social é financiada pelos setores público, privado e pela própria população. O governo dá sua participação através da União, estados, municípios e do Distrito Federal. Do outro lado, as contribuições sociais são pagas pelos empregadores e entidades, por meio do desconto no salário e demais rendimentos.
Sobre esta referência constitucional, vale mencionar que convencionou-se atribuir à seguridade uma tríplice forma de custeio: a Constituição ordena que a seguridade social seja financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, mediante recursos provenientes do Governo, das empresas e dos trabalhadores.
A Lei que institui o Plano de Custeio, em seu art. 11, aduz que, no âmbito federal, o orçamento da Seguridade Social é composto das receitas da União, das contribuições sociais e de receitas e outras fontes.
Na relação de custeio da Seguridade Social, aplica-se o princípio de que todos que compõem a sociedade devem colaborar para a cobertura dos riscos provenientes da perda ou redução da capacidade de trabalho ou dos meios de subsistência. Trata-se de uma relação jurídica estatutária, porquanto é compulsória àqueles que a lei impõe.
A Constituição de 1988 implantou um sistema de seguridade social em que estão previstos os sub-sistemas da Saúde, da Assistência Social e da Previdência Social, no título VIII – Da Ordem Social, Capítulo II – da Seguridade Social.
No caso, a natureza jurídica da Seguridade Social deixa o ramo do direito privado, passando a integrar o direito público de forma definitiva, na medida em que, tem por objetivo cobrir “riscos” sofridos pelos cidadãos brasileiros e, em alguns casos, pelos estrangeiros. Neste contexto, é importante a complementação de Rossetti:
Direito da Seguridade Social é o ramo do Direito que estuda as normas, os princípios e as relações jurídicas concernentes às esferas de proteção social, previstas na Constituição Federal, a saber: a previdência social, a saúde e a assistência social.
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