O Antigo Regime foi o estilo de governo que marcou a Europa na Idade Moderna. Na esfera política, era caracterizado pelo absolutismo, ou seja, o poder ficava todo concentrado nas mãos do rei. No campo econômico, vigorava o mercantilismo, marcado pelo intervencionismo estatal, com vistas ao acúmulo de metais preciosos.
Durante a Idade Média e a Idade Moderna, a imagem do Rei ia além de uma representação unicamente política, seu poder era considerado divino, unindo as duas esferas. Daí vem os discursos sobre o direito divino dos reis.
O Rei na Idade Média não tinha um poder absoluto, seu poder se resumia ao território o qual ele era dono. ... A autoridade dos reis também era afetada pela igreja, pois esta além de exercer um cargo religioso, também interferia em assuntos políticos, a igreja detinha grande parte das terras.
Na monarquia, o rei é o único que elabora as leis, inclusive tendo poder absoluto para tomar decisões e se relacionar com países exteriores. Além disso, não existe Constituição, ou seja, todo poder emana do rei. É importante destacar que a monarquia foi apoiada pela Igreja Católica.
Dividido entre a burguesia e a nobreza feudal, o rei serviu como uma espécie de mediador entre os interesses dos dois grupos. Ao final de um longo período, esse processo acabou possibilitando a formação de um poder centralizado e a consolidação de uma unidade territorial.
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Na forma extrema de centralização do poder que ficou conhecido como Absolutismo, o rei assumiu para si o controle das principais instituições do Estado, estabelecendo leis e decidindo questões da justiça, sendo que sua autoridade não estava limitada por outros poderes a não ser as leis de Deus.
Para tal contribuíram diversos fatores, entre os quais a conquista de territórios para o reino por parte dos primeiros reis e a estrita vigilância que foram exercendo sobre as ações dos senhores nos seus domínios.
Um rei (no feminino: rainha) é um chefe de Estado ocupante de um trono real ou um súdito de um imperador por exemplo ou de outra espécie de soberano; ou um ex-soberano que virou súdito.
Com o absolutismo, o rei concentrava todos os poderes, criando leis sem aprovação da sociedade, além de impostos e demais tributos de acordo com a situação ou um novo projeto ou guerra que surgisse. Além disso, o monarca interferia em assuntos religiosos, em alguns casos controlando o clero de seu país.
Esse sistema político surgiu a partir dos interesses da burguesia emergente. O Absolutismo foi um sistema político que, em geral, defendia o poder absoluto do monarca sobre o Estado e foi muito comum a partir do século XVI até meados do século XIX em diversas partes da Europa.
No sistema feudal, o rei concedia terras a grandes senhores. Estes, por sua vez, davam terras a outros senhores menos poderosos, chamados cavaleiros, que, em troca lutavam a seu favor. Quem concedia a terra era um suserano, e quem a recebia era um vassalo.
Os senhores feudais eram nobres que viveram na época da Idade Média (século V ao XV). Possuíam muito poder político, militar e econômico. ... Cobravam vários impostos e taxas destes servos, pela utilização das terras do feudo. Viviam em castelos fortificados e eram protegidos por cavaleiros.
Na monarquia, forma de governo vigente no Brasil antes da proclamação da república, o país é governado pelo rei, ou monarca, que exerce a função de chefe de Estado sem limites de poder ou tempo. Não há eleição, o poder decorre da hereditariedade, apenas integrantes da família real podem chegar ao cargo de rei.
Aos reis cabiam as funções militares, judiciais e religiosas. Ao senado (do latim senex “anciãos”) era o conselho consultivo do rei que tomava decisões na sua ausência, e elegia um novo rei que tinha a aprovação do povo.
O rei (rex) acumulava funções executivas, judiciais, legislativas e religiosas. A ratificação de leis era feita pela Assembleia das cúrias, composta por todos os cidadãos em idade militar (até 45 anos), e o senado, ou "conselho de anciões", atuava como conselho régio e escolhia novos reis.
O rei, como chefe de Estado, tinha o comando do exército, o poder de polícia, as funções de juiz (criava e executava leis) e sacerdote, e amplos poderes administrativos (dispunha do tesouro e das terras públicas). Além disso, declarava guerra e celebrava a paz.
Assim, a concentração do poder nas mãos do rei era uma demanda da burguesia em ascensão e também da nobreza. Com o poder concentrado no rei, cabia a ele a criação de impostos, determinação e imposição das leis, garantir a segurança do reino, sufocar rebeliões e revoltas e impedir invasões e ataques estrangeiros.
A nobreza representava uma forte base de sustentação política capaz de legitimar a autoridade do monarca. Por essa razão, os nobres foram amplamente privilegiados no interior do estado absolutista ao ter a isenção sobre diversos impostos, além do expressivo poder de barganha política para obter favores pessoais do rei.
Tem mais depois da publicidade ;) A principal proposta de rompimento com o absolutismo monárquico partiu do aristocrata, jurista e filósofo francês Montesquieu (1689-1755).
A rainha dá origem a todos os indivíduos da colônia, pela postura de ovos fertilizados (operárias e novas rainhas) e não fertilizados (machos). A sua presença na colônia e os feromônios que exala sinalizam para as operárias que ela é a líder reprodutora, além de determinarem o comportamento das operárias na colônia.
A razão de Philip nunca ter sido rei vem de algumas gerações antes da sua, quando a Rainha Anne assumiu o trono britânico e como forma de “proteger” a linhagem, a família Windsor decidiu que se um homem casa com a rainha, ele é impedido de receber o título de rei.
Vossa Majestade - estilo reservado ao rei e à rainha. Vossa Alteza - príncipes e seus sucessores no reino; princesas; infantes e infantas; genros, noras, cunhados e cunhadas do rei.
Nas monarquias os reis viam a necessidade de aumentar o comércio, que era a função dos burgueses. No feudalismo havia cobrança de diversos impostos, todos baseados na agricultura. ... Todos esses elementos eram positivos ao crescimento da burguesia. Assim o que era lucrativo para a nobreza satisfazia também aos burgueses.
Significado de Centralização
Política Sistema de governo em que as diversas atribuições do poder público e a decisão de todos os negócios importantes estão nas mãos do poder central. Ação que tende a reunir em um centro único as iniciativas e a autoridade: centralização administrativa.
A tensão fundamental se produz entre a centralização do poder e o respeito aos privilégios de todo tipo (pessoais, estamentais e territoriais), que mantinham uma grande multiplicidade de jurisdições e "forúns".
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