O poder dos reis durante a Idade Média era considerado limitado em comparação com o período absolutista, pois havia muita fragmentação política e a influência do rei dependia de uma relação de vassalagem, na qual a troca de favores entre reis e nobres garantia o poder real.
O Rei na Idade Média não tinha um poder absoluto, seu poder se resumia ao território o qual ele era dono.
Na monarquia, o rei é o único que elabora as leis, inclusive tendo poder absoluto para tomar decisões e se relacionar com países exteriores. Além disso, não existe Constituição, ou seja, todo poder emana do rei. É importante destacar que a monarquia foi apoiada pela Igreja Católica.
O Antigo Regime foi o estilo de governo que marcou a Europa na Idade Moderna. Na esfera política, era caracterizado pelo absolutismo, ou seja, o poder ficava todo concentrado nas mãos do rei. No campo econômico, vigorava o mercantilismo, marcado pelo intervencionismo estatal, com vistas ao acúmulo de metais preciosos.
A sociedade – muito diferente daquela do Império Romano – era rigidamente hierarquizada e marcada pela fé em Deus e pelo controle da Igreja católica, sem dúvida a instituição mais poderosa de toda a Idade Média. O poder político era descentralizado, isto é, estava nas mãos de inúmeros senhores da terra.
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O Papa, considerada a mais alta autoridade eclesiástica e também intitulado bispo de Roma, exercitava o papel de gestor do Legado de São Pedro desde 756. A fortuna acu-mulada ao longo do tempo pelo Vaticano tinha também como fontes as ofertas dos de-votos.
Na Alta Idade Média, a Europa presenciou o fortalecimento da Igreja Católica como uma instituição poderosa, e tudo isso começou nos tempos do Império Romano. Em 380, por meio do Édito de Tessalônica, o imperador romano Teodósio I determinou o catolicismo como religião oficial do Império Romano.
Nessa nova organização política, o rei era o soberano, dotado de poderes absolutos e concedidos por Deus. Acreditava-se que aquele que reinava tinha o merecimento por ter sido assim coroado por Deus. Desse modo, o Direito Divino dos Reis garantia a legitimidade e soberania do monarca no Estado Nacional.
Durante o absolutismo, a monarquia concentrava todo o poder do Estado, utilizando-a de acordo com seus interesses. Leis, impostos e tributos eram criados sem a participação da sociedade ou de qualquer outro órgão da soberania.
Vossa Majestade - estilo reservado ao rei e à rainha. Vossa Alteza - príncipes e seus sucessores no reino; princesas; infantes e infantas; genros, noras, cunhados e cunhadas do rei.
Um rei (no feminino: rainha) é um chefe de Estado ocupante de um trono real ou um súdito de um imperador por exemplo ou de outra espécie de soberano; ou um ex-soberano que virou súdito.
Esse sistema político surgiu a partir dos interesses da burguesia emergente. O Absolutismo foi um sistema político que, em geral, defendia o poder absoluto do monarca sobre o Estado e foi muito comum a partir do século XVI até meados do século XIX em diversas partes da Europa.
Assim, a concentração do poder nas mãos do rei era uma demanda da burguesia em ascensão e também da nobreza. Com o poder concentrado no rei, cabia a ele a criação de impostos, determinação e imposição das leis, garantir a segurança do reino, sufocar rebeliões e revoltas e impedir invasões e ataques estrangeiros.
Aos reis cabiam as funções militares, judiciais e religiosas. Ao senado (do latim senex “anciãos”) era o conselho consultivo do rei que tomava decisões na sua ausência, e elegia um novo rei que tinha a aprovação do povo.
O rei (rex) acumulava funções executivas, judiciais, legislativas e religiosas. A ratificação de leis era feita pela Assembleia das cúrias, composta por todos os cidadãos em idade militar (até 45 anos), e o senado, ou "conselho de anciões", atuava como conselho régio e escolhia novos reis.
A nobreza representava uma forte base de sustentação política capaz de legitimar a autoridade do monarca. Por essa razão, os nobres foram amplamente privilegiados no interior do estado absolutista ao ter a isenção sobre diversos impostos, além do expressivo poder de barganha política para obter favores pessoais do rei.
Para governar absoluto, o rei se impunha por meio da força militar, da cobrança de impostos e por meio de teorias que justificavam o seu poder.
O poder absoluto do rei baseava-se na origem divina do poder. 4. A economia mercantilista caracterizava-se pelo intervencionismo e protecionismo que impunham restrições ao comércio e à produção, o controle dos preços, o colonialismo e o monopólio.
Tem mais depois da publicidade ;) A principal proposta de rompimento com o absolutismo monárquico partiu do aristocrata, jurista e filósofo francês Montesquieu (1689-1755).
O direito divino dos reis é uma doutrina política e religiosa segundo a qual o poder dos reis tem como fundamento a vontade de Deus.
Como um termo genérico utilizado pelas ideias que justificam a autoridade e a legitimidade de um monarca, a doutrina sustenta que um rei deriva seu direito de governar da vontade divina, e não de qualquer autoridade temporal, nem mesmo da vontade de seus súditos.
Teoria do Direito Divino
Na política, Jacques Bossuet desenvolveu a doutrina do “Direito Divino” na qual afirmava que qualquer governo formado legalmente, expressava a vontade de Deus, que sua autoridade é sagrada e que qualquer rebelião contra ela é criminosa.
Com a expansão do feudalismo por toda a Europa Medieval, observamos a ascensão de uma das mais importantes e poderosas instituições desse mesmo período: a Igreja Católica.
Quais são as suas principais características
redução do comércio e da circulação monetária; ruralização da sociedade; feudalismo; fortalecimento da Igreja Católica.
- A principal atividade econômica no feudalismo: era voltada para subsistência, eles consumiam o que produziam, e também não havia trocas comerciais entre o camponês e os donos das terras. Explicação: A economia feudal baseava-se principalmente na agricultura.
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