Geralmente se come crua, na própria concha, com gotas de limão, mas também podem ser apreciadas em sopas, empanas, gratinadas ou em molho. O chef Mauricio Ganzarolli diz que antes de bater as botas você deve comer pelo menos duas dúzias de ostras do estado de Santa Catarina.
De fato, quem escolhe comer ostras cruas está sujeito a vários riscos. In natura este tipo de alimento pode causar diarreias, febre, tremores e náuseas. Problemas como gastroenterite e infecção intestinal severa podem ser identificados em casos mais complicados.
Você nem sempre sabe se uma ostra é segura. As ostras podem parecer perfeitamente normais, mas ainda têm micróbios à espreita. Evitar ostras em meses de verões mais quentes também não vai ajudar muito. A melhor maneira de prevenir doenças é não comer ostras cruas – e sim cozinhá-las antes do consumo.
Eles funcionam da seguinte maneira: a pinça será usada para segurar a concha e o garfo, para tirar a carne de dentro da concha. Após retirá-la, leve-a a boca e experimente a iguaria. O molho usado no prato, será o acompanhamento da torrada. Por isso, você vai mergulhar o pão nesse molho e desfrutá-lo.
A tradição está se perdendo”, lamenta Fausto. Fausto indica a porção de cerca de quatro ostras por pessoa e cachaça artesanal para a digestão. “Tudo o que dá em conchas é forte, não dá para comer muito, como os turistas fazem, quatro dúzias de uma vez”.
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