SINTOMAS DA PRÉ-ECLÂMPSIA:
A única maneira de controlar a pré-eclâmpsia e evitar que evolua para eclâmpsia é o acompanhamento pré-natal criterioso e sistemático da gestação. Pacientes com pré-eclâmpsia leve devem fazer repouso, medir com frequência a pressão arterial e adotar uma dieta com pouco sal.
A pré-eclâmpsia se não tratada precocemente pode complicar a gravidez, trazendo risco de morte para mãe e bebê. Na mãe causa edema cerebral, hemorragia cerebral, insuficiência renal, insuficiência cardíaca e desprendimento prematuro da placenta da parede uterina.
Outra consequência da eclâmpsia é a diminuição do fluxo de sangue para o cérebro, o que pode causar lesões neurológicas, além de retenção de líquidos nos pulmões, dificuldades respiratórias e insuficiência renal ou do fígado. A única forma de curar a eclâmpsia é o parto.
A causa exata da pré-eclâmpsia ainda não foi estabelecida. O que se sabe é que estão associadas à hipertensão arterial, que pode ser crônica ou específica da gravidez. Outras possíveis causas incluem: doenças autoimunes, problemas nos vasos sanguíneos, dieta e genes.
Como os médicos diagnosticam a pré-eclâmpsia? O exame de pré-eclâmpsia geralmente envolve o monitoramento da pressão arterial durante as visitas do pré-natal. Se a pressão chegar a 140/90 milímetros de mercúrio ou mais em duas ocasiões com um intervalo de pelo menos 4 horas, é um sinal de anormalidade.
Já na pré-eclâmpsia grave, além do inchaço e do ganho de peso podem aparecer outros sinais como: Pressão arterial superior a 1 mmHg; Dor de cabeça forte e constante; Dor no lado direito do abdômen;
Se a paciente precisar de medicação para aliviar a dor após o parto, confira com o médico o que pode ser ou não ingerido. A eclâmpsia pode exigir que você fique mais tempo no hospital depois de dar à luz. A doença geralmente não aumenta o risco de pressão alta no futuro. Os medicamentos mais usados para o tratamento de eclâmpsia são:
Fatores de risco Se você tem ou já teve pré-eclâmpsia grave, você pode estar em risco de eclâmpsia. Outros fatores de risco incluem: Histórico familiar de eclâmpsia; Primeira gravidez; Idade, sendo que o risco é maior após os 35 anos; Gravidez múltipla; Intervalo de 10 anos ou mais entre as gestações.
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