A administração inadequada de oxigênio em pessoas com alguma doença crônica nos pulmões, como enfisema pulmonar, edema pulmonar, insuficiência respiratória, embolia pulmonar e câncer, traz graves riscos à saúde como o mal funcionamento das trocas gasosas devido ao uso excessivo de oxigênio.
Isso acontece porque o oxigênio é a “gasolina” da combustão. Se o cilindro de oxigênio ficar exposto a alguma fonte forte de calor, ele pode explodir.
Uma das precauções é manter cilindro de oxigênio fora do espaço confinado. Quando pessoas expostas à concentrações elevadas de oxigênio podem sofrer danos irreversíveis, tais como: danos aos olhos, pulmões (pneumonia/edema pulmonar), pele, etc.
As pessoas sobrevivem por mais tempo quando o oxigênio é utilizado por 12 horas do que quando não é utilizado oxigênio. As pessoas sobrevivem por ainda mais tempo quando o oxigênio é usado continuamente (24 horas por dia).
Os sinais e sintomas mais importantes causados pela toxicidade do oxigênio são a convulsão, náuseas, vômito espasmódico, vertigem, palidez facial, palpitações, dilatação das pupilas, sudorese, bradicardia, alucinações, síncope e confusão mental (CLARK; THOM, 2004).
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Há três motivos principais: aumento de formação de espécies reativas de oxigênio, vasoconstricção hiperoxêmica (hipóxia tecidual paradoxal), atelectasia de absorção.
Quando o oxigênio é administrado de forma correta têm-se vários efeitos fisiológicos positivos para o organismo, como por exemplo, a melhora da troca gasosa pulmonar, vasodilatação arterial pulmonar, diminuição da resistência pulmonar e da pressão arterial pulmonar, melhora do debito cardíaco, diminuição do trabalho da ...
Duração: 50hrs. a 2 LPM ou 60 inalações.
O funcionamento de todas as nossas células depende vitalmente do oxigênio do ar. Importante saber que o ar é composto por uma mistura de gases. O oxigênio representa 21% desta mistura. Portanto, necessitamos de um ar com 21% de oxigênio.