Cotas Raciais Estudantes pretos, pardos ou indígenas de escolas públicas têm assegurado por lei carteiras nas universidades federais.
Apesar de ter ganhado uma grande visibilidade a partir da sanção da Lei 12.7, o sistema de cotas no Brasil existe desde o início dos anos 2000, quando a Universidade de Brasília (UnB) decidiu fazer reserva de vagas para alguns candidatos em seu processo seletivo.
Nesse sentido, quando se adota um sistema de cotas em um processo seletivo, uma porcentagem das vagas é reservada para pessoas que fazem parte de determinado grupo social, como negros, indígenas e de baixa renda.
Os 50% restantes são destinados às vagas de ampla concorrência, ou seja, para quem não se enquadra nos termos estabelecidos pela legislação. Válido para os vestibulares tradicionais, o sistema de cotas também é aplicado ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e ao Programa Universidade Para Todos (Prouni).
Como funciona o sistema de cotas da USP? Apesar da distribuição, a seleção do vestibular e do Sisu é feito de três formas: ampla concorrência, ingressos de escolas públicas e PPI, sendo que o sistema de cotas é aplicado somente nas duas últimas, cotas sociais e raciais. Veja o que é necessário para concorrer em cada uma cadas categorias:
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