RESPOSTA: a) Toda a sociedade egípcia se formou no entorno do rio Nilo, que era considerado um deus chamado Hapi (o deus da fertilidade) e era representado nas mastabas como um ser azul e com uma grande barriga. Era considerado o deus da fertilidade, já que depois da inundação a terra ficava excelente para o plantio.
Civilização egípcia desenvolveu-se a volta do Nilo, um oásis no meio do deserto do Saara, que propiciou a fixação do homem com água e solos férteis (devido às enchentes). ... O rio Nilo, tinha tão grande importância para os egípcios, que era considerado como um deus, com o nome Hapi.
Hapi vem do grego Ηαρι ou Ηαρι-Καμεςτ que significa "Fonte do Nilo", era uma divindade da mitologia egípcia que personificava as águas do rio Nilo durante a inundação anual a que o Antigo Egito estava sujeito entre meados de Julho e Outubro.
Os egípcios o chamavam de “Aur” ou “Ar”, que significa “negro”. É um rio caudaloso, importante para muitos países, principalmente para a civilização egípcia.
Segundo a mitologia, Rá além de ser considerado o deus Sol, é também denominado como o criador dos deuses e da ordem divina, teria recebido de seu pai o domínio sobre a Terra, mas o mundo falta ser acabado, e o mesmo assim, se encarregou de acabá-lo.
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Os egípcios usavam a água para beber, pescar e irrigar a agricultura (através de canais de irrigação). Após a cheia do rio, ficava, nas margens, um lodo fértil (húmus) que fertilizava o solo para o plantio. O rio era utilizado também como via de transporte de mercadorias e pessoas.
O objetivo da mumificação
Os egípcios acreditavam que se tratava de um processo essencial para assegurar a passagem do morto para a outra vida, por isso, quando um egípcio morria, os embalsamadores recolhiam o corpo para um local próprio, onde procediam à mumificação.
O objetivo de Ensino Religioso é o sagrado como fenômeno religioso, é o estudo das diferentes manifestações do sagrado no coletivo. Com finalidade de compreender o sagrado no coletivo como cerne da experiência religiosa do cotidiano que contextualiza no universo cultural.
Os egípcios não tinham muito paciência com pelos ou cabelos, por questão de higiene ou mesmo por não suportar o calor que eles podiam causar, devido ao local quente em que viviam. Possivelmente devido a essas questões, eles cortavam os cabelos bem curtos ou raspavam a cabeça regularmente.
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