Originário da América do Sul ( segundo alguns autores) e México e Guatemala (segundo outros) o feijão (Phaseolus vulgaris, L., Leguminosae) é um dos principais alimentos da população brasileira especialmente a de baixa renda.
Há referências a ele na Grécia antiga e no Império romano, onde feijões eram utilizados para votar (um feijão branco significava sim, e um feijão preto significava não). O feijão foi levado para a Europa em 1.540, o seu cultivo livrou a Europa da fome, aumentando a expectativa de vida.
O feijão cresce dentro de vagens, que costumam ter entre 7 e 20 centímetros de comprimento e podem ser de diferentes tonalidades de verde, amarelo, vermelho e roxo. Muitas vagens são duras demais para serem comidas, por isso os grãos são retirados de dentro delas.
Phaseolus vulgaris
Phaseolus vulgaris, o feijão comum, cultivado em todo o mundo; Vigna unguiculata, vulgarmente chamado de feijão de corda, feijão-macáçar, caupi e outros, predominante na região Nordeste e na Amazônia; Cajanus cajan, feijão-guandu ou andu, comum no nordeste, principalmente em sua variedade arbórea.
O feijão preto é originário da América do Sul e era chamado pelos guaranis de comanda, comaná ou cumaná. A farinha de mandioca também tem origem americana, sendo adotada como componente básico da alimentação pelos africanos e europeus que vieram para o Brasil.
O sistema de plantio direto normalmente ocorre sobre a palhada da cultura anterior. Onde, as operações de gradagem e subsolagem são substituídas pela trituração da palhada. Após a trituração dos restos culturais, faz-se também a dessecação das plantas daninhas com herbicidas registrados para tal prática.
Explicação: A semente do feijão tem uma reserva de nutrientes (como ocorre em cerca de 90% das plantas). Como sua casca é permeável, a semente absorve o líquido, que, junto dos nutrientes, faz o feijão germinar em até três dias. Cerca de 24 horas depois disso, surge a primeira folha.
No artigo científico refere-se ainda que o feijão selvagem, antes da sua domesticação, terá surgido na Mesoamérica. E que há 111 mil anos um antepassado comum tanto do feijão selvagem como do feijão-comum tomou caminhos evolutivos diferentes em duas regiões: a América Central e os Andes.
O comportamento ciclotímico da produção e a possibilidade de produção de feijão em todos os estados, em várias épocas do ano, começaram a despertar o interesse de um outro perfil de produtores, que entraram na atividade com um sistema produtivo mais tecnificado.
Mas na verdade, nenhum povo soube tirar tanto proveito do feijão como o brasileiro. Aqui ele reina soberano, seja na feijoada, no tutu à mineira, nas sopas, saladas, nas comidas de tropeiros, no acarajé, como complemento para o arroz ou acrescido de carnes ou legumes.
Para quem mora no campo, próximo às lavouras, fica mais fácil saber se o feijão está novo, quando foi colhido. Mas e para quem mora nas cidades? Bem, o feijão comercializado a granel, em feiras livres, costuma ser mais novo do que o feijão vendido já embalado.
Existe feijão para todos os gostos e usos:os norte-americanos costumam comer feijão com bacon e melado, os franceses preferem os feijões mais graúdos, brancos ou vermelhos, sem o caldo. Já os mexicanos preferem comê-lo frito ou refrito, também sem o caldo e com chili, uma pimenta bem picante e perfumada.
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