O consumo de múltiplos remédios aumenta consideravelmente os riscos como toxidade cumulativas, erros, menor adesão ao tratamento das doenças e morbimortalidade. Também representa um aumento nos custos assistenciais com a saúde, incluindo o próprio custo para tratamento das repercussões advindas desse consumo.
A polifarmácia, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é o uso rotineiro e concomitante de quatro ou mais medicamentos (com ou sem prescrição médica) por um paciente1.
O uso de medicamentos por idosos acontece em grande quantidade, dando nome à polifarmácia, ocasionando riscos de reações adversas, interações medicamentosas e alguns sintomas, destacando distúrbios nos ritmos cardíacos e respiratórios, hipotensão ou hipertensão, alterações gastrointestinais, dores abdominais, tonturas, ...
É importante que o paciente traga sempre uma lista de todos os medicamentos prescritos pelos especialistas que acompanham seu tratamento nas consultas com outros profissionais de saúde. Assim, podemos minimizar o uso desnecessário de medicamentos.
Resultados e discussão: Os principais fatores de risco associados à polifarmácia foram: idade, obesidade, presença de doenças crônicas e comorbidades.
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O paciente e seus familiares tem papel fundamental na prevenção de erros de medicação associados a polifarmácia. Uma vez informados sobre os medicamentos que estão utilizando, eles podem contribuir para maior qualidade e segurança da farmacoterapia.
Doenças associadas, crônicas e irreversíveis, polifarmácia, alterações cognitivas, psicológicas, distúrbios de marcha e equilíbrio e fragilidade podem influir na manifestação do medo de cair em idosos. (MACEDO BG, et al., 2005). A ocorrência de queda se associa a um conjunto de fatores extrínsecos e intrínsecos.
A polifarmácia pode ser considerada como a quantidade de fármacos ingeridos por um indivíduo (GOMES H.O, 2008). Com o aumento da expectativa de vida da população, aumenta o contingente de portadores de doenças crônicas não transmissíveis, na qual os medicamentos têm um papel importante.
INTRODUÇÃO: A polifarmácia pode ser classificada como quantitativa e qualitativa. Entre os conceitos para a quantitativa, está a utilização de dois ou mais medicamentos. Por sua vez, a polifarmácia qualitativa considera a racionalização da terapia farmacológica.
Cuidados e Atenção para o Uso de medicamentos por Idosos podem garantir mais efetividade e segurançaDoenças crônicas podem ser silenciosas! ... Leia sempre a bula ao iniciar o uso de um medicamento. ... Como armazenar corretamente os medicamentos. ... Manter uma rotina é importante.
Polifarmácia é o uso de dois ou mais medicamentos para o mesmo ou vários problemas de saúde. Sua prática é considerada um tipo de uso irracional de medicamentos, podendo acarretar reações adversas e interações medicamentosas, principalmente em idosos, os mais vulneráveis a estes problemas.
O uso de remédios de maneira incorreta ou irracional pode trazer, ainda, conseqüências como: reações alérgicas, dependência e até a morte. Entre os riscos mais freqüentes para a saúde daqueles que estão habituados a se automedicar estão o perigo de intoxicação e resistência aos remédios.
Iatrogenia é o termo utilizado para qualquer manifestação clínica que não seja conseqüência natural da doença do paciente, durante o tratamento. Também é definida como o efeito resultante de qualquer atividade, de uma ou mais pessoas atuando como profissionais de saúde que não apóiem uma meta da pessoa afetada.
OBSERVOU-SE QUE A DESPRESCRIÇÃO PODE CONTRIBUIR PARA O CUIDADO AOS IDOSOS E SUA QUALIDADE DE VIDA, A MEDIDA QUE POSSIBILITAM A IDENTIFICAÇÃO E O ACOMPANHAMENTO DA UTILIZAÇÃO DOS MEDICAMENTOS PARA EVITAR OU MINIMIZAR OS RISCOS ADVINDOS DOS MESMOS.
O termo polifar-mácia foi discutido pela primeira vez em 1959 e, a partir daí surgiram várias definições e estudos relacionados a essa questão. Segundo Flores e Mengue 10. Flores LM, Mengue SS. Uso de medicamentos por idosos em região do sul do Brasil.
Medicamentos dos critérios de Beers-Fick13 mais referidos pelos idosos avaliados: benzodiazepínicos, metildopa, derivados do ergot, amitriptilina e amiodarona. Recap, recaptação; MAO, mono amino oxidase; BZDs, benzodiazepínicos.
Existem interações medicamentosas do tipo medicamento-medicamento, medicamento-alimento, medicamento-bebida alcoólica e medicamento-exames laboratoriais. As interações medicamentosas podem ocorrer entre medicamentos sintéticos, fitoterápicos, chás e ervas medicinais.
A interação medicamentosa ocorre quando você faz o uso de mais de um medicamento. Também existem interações entre o medicamento e certos alimentos ou bebidas. Isso pode diminuir a eficácia dos seus medicamentos, aumentar os efeitos colaterais inesperados ou até mesmo a sua toxidade no organismo.
Polifarmácia é o termo usado para descrever a situação em que vários medicamentos são prescritos simultaneamente, sendo uma prática clínica comum nas pessoas idosas. Entretanto, é fundamental o conhecimento do profissional em relação aos aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos dos medicamentos.
Incentive-a a cuidar de si e de suas coisas. Negociar é a chave para se ter uma relação de qualidade entre o cuidador, a pessoa cuidada e sua família. É importante tratar a pessoa a ser cuidada de acordo com sua idade. Os adultos e idosos não gostam quando os tratam como crianças.
Os resultados deste estudo reforçam a importância deste atendimento pela equipe da saúde da família e os benefícios do atendimento domiciliar, uma vez que ele acelera a recuperação do paciente e promove a redução dos custos da atenção, fortalece as relações idoso/família/cuidador, a manutenção de uma atenção ...
Problemas cognitivos, que podem dificultar o uso dos fármacos de acordo com as instruções. Uso de múltiplos fármacos. Uso de fármacos que devem ser tomados várias vezes/dia ou de maneira específica. Não compreensão do objetivo do fármaco (benefícios) ou como reconhecer e administrar os efeitos adversos (riscos)
Destaca-se, entre os idosos, o predomínio do sexo feminino, analfabetismo, alterações no estado cognitivo e dependências diversas. Apresentam, em média, 2,5 diagnósticos e utilizam 2,9 medicamentos/idoso.
Os objetivos dos critérios de Beers são facilitar a escolha da medicação, reduzir os eventos adversos e fornecer uma ferramenta para avaliar o custo, os padrões e a qualidade do atendimento das pessoas com 65 anos ou mais.
Dentre os elementos investigados, os que foram mais associados ao aumento da adesão foram: papel dos ACS no cuidado continuado, acesso gratuito aos medicamentos e simplificação na frequência de utilização dos fármacos (menor número de fármacos, apresentação e doses adequadas, esforço para garantir compreensão do ...
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