Benefícios e Despesas Indiretas (BDI) é o elemento orçamentário destinado a cobrir todas as despesas que, num empreendimento (obra ou serviço), segundo critérios claramente definidos, classificam-se como indiretas (por simplicidade, as que não expressam diretamente nem o custeio do material nem o dos elementos ...
Inicialmente o BDI era um conceito apenas aplicado em orçamentos de obras e empreendimentos de Engenharia Civil, mas pode ser adaptado em outras oportunidades, como por exemplo em licitações que envolvem postos de trabalho alocados. Veja: O BDI na Construção Civil é muito importante quanto se trata de licitações.
Como calcular o BDI das suas obras
BDI é a sigla de Budget Difference Income que significa Benefícios e Despesas Indiretas (também designado por Bonificação). Consiste em um elemento que compõe um orçamento, normalmente alcançado através de taxas que incidem sobre o custo do empreendimento definindo o custo total.
Não há uma forma única de se calcular o BDI, já que cada obra apresenta fatores distintos, mas geralmente se usa a seguinte fórmula, recomendada pelo Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos (IBEC): BDI ={ [ ( 1+ AC + CF + S + MI ) / ( 1 – T – L – G ) ] – 1} x 100.
O BDI nada mais é do que um elemento orçamentário que ajuda os profissionais a comporem um preço de venda adequado, que cubra as despesas da administração central, os impostos, os seguros, os tributos e também as margens de incerteza.
Corresponde, portanto, a valores pagos com a estrutura administrativa, comunicação, recursos humanos, aluguéis, suprimentos, entre outros. A taxa média de rateio varia de acordo com o tamanho da empresa e, em média, vai de 8% para as grandes organizações, chegando até 20% nas de pequeno porte.
Em termos técnicos, BDI significa Benefícios e Despesas Indiretas, ou seja, é uma porcentagem que quantifica tanto o lucro como as despesas indiretas de uma obra. Simplificadamente, o BDI nada mais é que o percentual que se deve multiplicar aos custos diretos da obra para que se chegue ao preço final de venda.
Tal qual sobrecarregar o funcionário com atividades que acredita ser capaz de lidar, o chefe também pode direcionar as tarefas mais importantes ao empregado em que mais confia, como, por exemplo, ser responsável por uma ação de um cliente de peso. Tulgan observa que os chefes se preocupam em conferir como os funcionários mais especiais estão.
Além de executar um trabalho satisfatório, construir um bom relacionamento com o chefe é crucial para obter sucesso no trabalho, já que esse superior é quem recomendará o funcionário a uma promoção, por exemplo, ou avaliará seu desempenho caso seja necessário fazer cortes na equipe de empregados.
Muitos empregados querem que seus chefes gostem deles, como se afinidade ou simpatia fossem alguma garantia de uma boa relação de trabalho. Mas, na verdade, o chefe ter afinidade com o funcionário é algo dispensável no ambiente de trabalho.
Nesses casos, muitas vezes é o funcionário quem precisa chegar ao chefe e perguntar como está se saindo. Mas antes disso, há alguns sinais que podem ser observados para saber se seu chefe está impressionado com sua atuação profissional, ou se é necessário melhorar seu desempenho para arrancar um elogio de seu superior.
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