Mentira é uma afirmação ou negação falsa dita por alguém que sabe de tal falsidade, ou se engana sem ser propositado mas na maioria das vezes espera que seus ouvintes acreditem nos dizeres.
Mentira é a afirmação de algo que se sabe ou suspeita ser falso; não contar a verdade ou negar o conhecimento sobre alguma coisa que é verdadeira. A mentira é o ato de mentir, enganar, iludir ou ludibriar.
Ato através do qual um emissor altera ou dissimula deliberadamente aquilo que ele reconhece como verdadeiro, tentando fazer com que o ouvinte aceite ou acredite ser verdadeiro algo que é sabidamente falso.
Há muitas consequências de ser um mentiroso patológico. Devido à falta de confiança, relacionamentos e amizades tendem a ser destruídos. Se a doença continua a progredir, a mentira pode se tornar tão grave que eventualmente pode causar problemas de ordem social, psicológica e até legal.
Além disso, a mentira pode ser um sintoma de um quadro de patologia - conta Stella. A prática pode ainda provocar dificuldades nos relacionamentos interpessoais, problemas no trabalho, no relacionamento amoroso, uma vez que o indivíduo que tem o hábito de mentir insere isso em todos os contextos da vida.
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O mentiroso patológico esconde bem as suas emoções. Ele não demonstra indícios que possam indicar a inverdade de suas palavras. Como mente com frequência, domina o controle de suas feições e linguagem corporal. Também não sente culpa ao mentir, mesmo quando tem certeza que a mentira prejudicará a vida de terceiros.
Mitomania: mentir é doença
A mentira pode ser considerada uma patologia e tem um nome: mitomania. Neste quadro clínico inserem-se as pessoas que contam mentiras compulsivamente. De acordo com Júlia Machado, “este tipo de comportamento é causado por um transtorno/perturbação psicológico/a.
De acordo com a PNL, uma pessoa quando mente, olha para cima e para a direita, que seria o lado da cabeça que abriga o hemisfério do cérebro responsável pela criatividade - ou seja, estaria criando a mentira naquele momento (Mann et al., 2013.
(KANT, 2008, p. 271). A mentira pode ser interna por meio da manifestação do pensamento ou externa quando viola o direito de outrem, como observado na citação acima. O ato de mentir, ou seja, a inverdade intencional na doutrina do direito só é considerada mentira somente se violar o direito de outrem.