Não há de quê e não tem de quê são formas corteses de responder a um agradecimento, indicando que não há motivo para o agradecimento. Exemplo com não há de quê: — Obrigado! — Não há de quê!
Porque é uma conjunção subordinativa causal ou explicativa, unindo duas orações que dependem uma da outra para ter sentido completo. Quando usar por que? Por que (separado e sem acento) pode ser usado para introduzir uma pergunta ou para estabelecer uma relação com um termo anterior da oração.
O sentido de "não há de quê" é igual ao de "não há por que (agradecer)", ou "não há motivo (para agradecer)" (ver também Dicionário Aulete).
"Obrigado" é o agradecimento básico da língua portuguesa e do povo brasileiro. Etimologicamente, entretanto, "obrigado" é o antiagradecimento. A palavra "agradecer" contém a raiz "gratus", do latim, que significa ser acolhido ou acolher com favor, de forma agradável –termo que, aliás, tem a mesma origem de agradecer.
Trata-se de uma expressão que, ainda que tenha se originado de uma variação da expressão "não tem por quê", já se tornou corriqueira no Brasil como sinônimo de "de nada".
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Porquê é um substantivo masculino, podendo sofrer flexão em gênero: o porquê, os porquês. Por que = Usado no início das perguntas. Por quê? = Usado no fim das perguntas.
Aonde ou onde são termos gramaticalmente corretos e, embora os dois sirvam para indicar lugar, cada um deles tem uma aplicação adequada. Enquanto onde indica permanência, aonde dá a ideia de movimento, e essa é a principal diferença entre as duas palavras.
Forma cortês de resposta a um agradecimento: 1 de nada, nada, não tem de quê, não seja por isso, obrigada eu, obrigado a você, por nada, que nada, disponha, imagina, eu que agradeço, obrigado, obrigado eu.
Se a frase for uma pergunta e o pronome “que” for utilizado no final, deve ser acentuado – “o quê”. No entanto, se for apenas usado para mostrar ou realçar algo no começo ou no meio da frase, não deve ser acentuado – “o que”. Agora, caso seja uma expressão de sentimento, ou seja, uma interjeição, é melhor usar “quê”.