No caso das mulheres, o alistamento não é obrigatório, e a forma de ingressar é através de concursos e de voluntariado. Para entrar, a mulher deve ser maior de 18 anos e saber que irá servir às forças armadas por tempo limitado, já pré-estabelecido. No caso de desejar seguir carreira, deverá prestar concurso público.
O alistamento poderá ser feito pelo site https://alistamento.eb.mil.br/ sem a necessidade de presença física, através do portal do Exército Brasileiro. Será necessário utilizar RG, CPF, comprovante de endereço conta de água ou energia elétrica.
Que funções as mulheres podem desempenhar quando ingressam no Exército Brasileiro? R - Na atualidade, as mulheres ocupam diversos cargos em Organizações Militares de todo o País e no exterior. A maioria encontra-se nos Quartéis-Generais, Organizações Militares de Saúde, Estabelecimentos de Ensino e órgãos de assessoria do Exército.
R - Atualmente, as mulheres, no Exército, já alcançaram o oficialato superior, no posto de tenente-coronel. No entanto, a grande maioria continua ocupando, como praça, a graduação de sargento e, como oficial, os postos de tenente, capitão e major.
Assim sendo, dentro de um prazo de cerca de cinco anos, as seleções do Exército Brasileiro para a EsPCEx (Escola Preparatória de Cadetes do Exército) e para a Escola de Sargentos das Armas (EsSA) abrirão vagas para ambos os sexos. 4. Quais as patentes que as mulheres tem no Exército?
A Marinha tem 6.922 e o Exército Brasileiro conta com 6.009. Considerando que o total de efetivo é de 322.940, o número de mulheres no serviço militar corresponde a apenas 6%. Por mais que o alistamento militar feminino não seja algo tão comum quanto o masculino, os direitos foram ampliados nos últimos anos.