O Kuarup ocorre sempre um ano após a morte dos parentes indígenas. Os troncos de madeira representam cada homenageado. Eles são colocados no centro do pátio da aldeia, ornamentados, como ponto principal de todo o ritual. Em torno deles, a família faz uma homenagem aos mortos.
No funeral simples poderia haver o abandono do cadáver, enterramento em uma urna, fazer enfaixamento, colocá-lo num balaio ou enterramento direto na terra. No funeral secundário, depois que o corpo era consumido ou desfeito, os restos eram recolhidos e colocados em urnas de barro com primorosos acabamentos e detalhes.
(Schmitz et al., 1996: 19). De acordo com os autores, as estruturas funerárias foram enterradas em covas rasas, na plataforma que se formou rente a esse paredão.
Os Kaxinawá pensam a morte como um processo que resulta da combinação de capacidades [agencies] possíveis de agentes humanos e celestiais. Este processo é marcado pelo gênero. ... Os Araweté vêem a vida humana como presentemente feminina, em seu caminho para a masculinidade futura, depois da morte.
Urna funerária indígena, com opérculo tipo Brocotó Simples, da tradição ceramista, com datação de aproximadamente 1500 anos atrás. As urnas funerárias se faziam presentes nas culturas indígenas brasileiras, no período pré-colonial. ...
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