A substituição de jogadores só ocorre com a autorização do árbitro, e deve ocorrer fora do terreno de jogo, junto à linha do meio campo. O jogador substituto só pode entrar em campo, quando o substituído já tiver saído.
Esta mudança na "lei 3" do futebol, que estabelece um máximo de três substituições por jogo, foi decidida em março de 2020 e vigorou até o final de 2021 para competições de clubes e até 21 de julho de 2022 para os jogos internacionais.
Nos Jogos Olímpicos, além das três substituições usualmente permitidas durante o jogo, os times têm direito a uma alteração extra nas partidas que forem para a prorrogação. As substituições podem ser feitas somente com o jogo paralisado, mediante autorização do árbitro.
Regra de cinco substituições por jogo seguirá em vigor até a Copa de 2022.
As substituições no Futsal são ilimitadas durante o jogo. Porém há uma zona onde, obrigatoriamente, serão feitas as substituições no Futsal, que fica em frente a cada banco de reservas/área técnica com 5 metros de largura.
Geralmente o número máximo de substituições são 3 por jogo e se houver prorrogação pode ser feita uma quarta. Devido a pandemia, vários campeonatos atuais estão permitindo 5 substituições ( devido a falta de ritmo dos jogadores após muito tempo sem jogar).
Como acontece as Substituições no Futsal? As substituição no Futsal são ilimitadas, poderão ser realizadas com a bola em jogo ou fora de jogo e feitas na zona de substituição de cada equipe.
Os clubes de futebol poderão continuar recorrendo às cinco substituições por jogo durante a temporada 2020-2021, depois que os responsáveis pelas regras do esporte decidirem estender essa medida devido à sobrecarga do calendário devido à pandemia do novo coronavírus.
Como funciona a regra das cinco substituições? Com a medida adotada pela Fifa e pela IFAB, ao invés de três substituições no tempo normal, cada time pode mudar até cinco peças durante o jogo.
As substituições no futsal podem acontecer a qualquer momento, com a bola parada ou em jogo, desde que os jogadores saiam e entrem em quadra respeitando a zona de substituição demarcada. Vale lembrar que cada equipe pode ter até 14 jogadores disponíveis para uma partida (cinco em quadra e nove no banco de reservas).
A primeira substituição de um jogador por decisão tática de um treinador também foi autorizada. A partir de então as substituições deixam de ser feitas somente devido a lesões. A Copa do Mundo de 1970 no México marca a introdução do cartão amarelo para a primeira infração e do cartão vermelho para expulsar um jogador.
Em 1958, foi autorizada a possibilidade de realizar uma substituição no decorrer do jogo, embora inicialmente o goleiro e o jogador de campo só pudessem ser trocados em caso de lesão. Foi preciso esperar até a Copa do Mundo de 1970 no México para que houvesse a autorização de duas substituições por time e por jogo durante o torneio.
As regras do futebol, em constante evolução desde que a bola começou a rolar, passaram por grandes mudanças, especialmente nas últimas seis décadas, com a introdução das substituições de jogadores, um sistema de cartões amarelos e vermelhos e a arbitragem por vídeo (VAR).
Não esteja. As novas substituições no futebol - aprovadas pós-pandemia e, de forma transitória, também para a nova época - são mais fáceis de entender do que parece. A coisa só complica (um bocadinho) quando os jogos têm que ir a prolongamento, mas nem isso é um bicho de sete cabeças.
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