O diagnóstico do TDAH é realizado predominantemente através de uma minuciosa investigação clínica da história do paciente (Barkley, 1999), porém é possível e indicada a realização de um processo amplo, em que possam ser utilizados vários recursos instrumentais (entrevistas, escalas, testes psicológicos).
Artigos de Revisão. O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade é uma desordem neurobiológica caracterizada pela falta manutenção da atenção, pela hiperatividade e impulsividade. Possui prevalência, morbidade e taxa de comorbidades altas, podendo persistir até a vida adulta.
O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade.
Os instrumentos que comumente utilizados no diagnóstico do TDAH são: a entrevista, as escalas Weschler (WISC-III ou WAIS III), as técnicas grafo-projetivas, o Bender, Escala Benzick, os critérios do DSM IV e em alguns casos a lista de REY.
O fator de distratibilidade, composto pelos subtestes números e aritmética, é capaz de avaliar a concentração e atenção, podendo reforçar a hipótese diagnóstica de TDAH.
(2003), estão relacionados a três sintomas básicos do TDAH: a desatenção, a hiperatividade física e mental, e a impulsividade. Inúmeras pesquisas científicas mostram que o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade é caracterizado pelos sintomas da desatenção, da impulsividade e da hiperatividade.
De fato, quando o TDA – Déficit de Atenção ocorre sem a Hiperatividade, é bem provável ser acompanhado por lentificação (dificuldade em fazer as coisas em velocidade normal), que pode chegar a ser bem intensa. Por isto é essencial explorar bem este tópico no momento do diagnóstico.
Diagnóstico de Hiperatividade O diagnóstico antes dos quatro ou cinco anos raramente é feito, pois o comportamento das crianças nessa idade é muito variável e a atenção não é tão exigida quanto a atenção de crianças maiores. Mesmo assim, algumas crianças desenvolvem o transtorno numa idade bem precoce.
Entretanto, não raro, a hiperatividade pode ser de difícil avaliação quanto ao grau de comprometimento, especialmente em crianças menores.
Um dos caminhos para se trabalhar a interdisciplinaridade é exemplificar os conteúdos com situações reais, por meio de temas que envolvem diferentes áreas do conhecimento e que requerem soluções para os problemas ou desafios que foram dados.
A hiperatividade é um estado de atividade motora excessiva que pode se manifestar por sintomas de inquietação, nervosismo e movimentos excessivos onde as crianças estão sempre correndo, pulando e saltitando ao invés de andarem. É comum vê-las se esbarrando nas pessoas ou nos móveis, tropeçando, caindo e se machucando, ...
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