plaquetas
As plaquetas são os elementos do sangue responsáveis pela hemostasia, pois atuam no processo de coagulação sanguÃnea. O mecanismo de coagulação do sangue é bastante complexo e sofre ação, não só das plaquetas, mas também de diversas substâncias existentes no plasma e nos tecidos.
Consiste na formação do tampão hemostático pela agregação plaquetária. ... A lesão endotelial expõe a matriz extracelular (MEC), favorecendo a aderência e ativação plaquetária, resultante da alteração de seu formato (de discos arredondados para placas planas).
A sequência de eventos que contribuem para a hemostasia é: vasoconstrição transitória e agregação plaquetária, para formar um tampão de plaquetas no local de injúria (hemostasia primária); coagulação, objetivando formar uma malha de fibrina (hemostasia secundária); fibrinólise, para a remoção das plaquetas e tampão de ...
Os defeitos na hemostasia primária (plaquetas) são geralmente caracterizados por sangramento superficial envolvendo a pele ou as membranas mucosas. Sinais como petéquias, sangramento em mucosas e hematomas apresentam-se comumente.
A Hemostasia consiste em um procedimento com três etapas.
A hemostasia acontece didaticamente em três etapas que são dependentes e ocorrem de forma simultânea:
Quando houver uma lesão no vaso sanguÃneo, a primeira prioridade (Hemostasia primária) é "formar tampão" nessa lesão (neste extravasamento). Os principais atuantes do sangue são as plaquetas e o fibrinogênio, que reagem juntos e interrompem o extravasamento pela formação de um tampão de plaquetas.
Os componentes do sistema hemostático incluem as plaquetas, os vasos, as proteÃnas da coagulação do sangue, os anticoagulantes naturais e o sistema de fibrinólise.
De acordo com essa teoria, a coagulação ocorre em quatro fases: iniciação, amplificação, propagação e finalização.
O mecanismo hemostático inclui três processos: hemostasia primária, coagulação (hemostasia secundária) e fibrinólise. Esses processos têm em conjunto a finalidade de manter a fluidez necessária do sangue, sem haver extravasamento pelos vasos ou obstrução do fluxo pela presença de trombos.
Evidentemente, esse processo é efetivo apenas nas lesões que afetam vasos de pequeno calibre, como acontece, por exemplo, quando picamos o dedo com uma agulha. A coagulação do sangue é um fenômeno complexo.
Após o estabelecimento de uma via aérea segura e certificação de adequadas oxigenação e ventilação, a maior prioridade no manejo do paciente traumatizado é o controle da hemorragia.
Devido ao fato de que as hemorragias podem apresentar-se em locais múltiplos e simultaneamente, é imperativo ao cirurgião, o desenvolvimento de estratégias que contemplem o controle de todas as fontes de perda sanguÃnea (PLAISIER, 2001).
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