Os primeiros cosméticos de que se tem notícia datam de 30 mil anos atrás, na era pré-histórica, quando os homens das cavernas tatuavam, pintavam ou encobriram seu corpo com misturas feitas de cascas de árvores, seiva de folhas esmagadas e orvalho.
A história dos cosméticos começa com os homens pré-históricos, que há 30 mil anos pintavam o corpo e se tatuavam. Usavam para isso terra, cascas de árvores, seiva de folhas esmagadas e orvalho. ... Mas tudo indica que foram os egípcios os primeiros a usar os cosméticos e produtos de toucador em larga escala.
Muita gente não sabe, mas os primeiros registros da utilização de cosméticos datam do Egito antigo, em 3000 A.C. Já nessa época os egípcios pintavam os olhos para evitar a contemplação direta do deus Sol, usando cera de abelhas, mel e leite no preparo de cremes.
Com a formação das primeiras civilizações (por volta de 3.000 a.C), os rituais de beleza começaram a ser adotados. Os pioneiros foram os egípcios, indianos e orientais, que desenvolveram cosméticos e práticas semelhantes.
No século XIX, iniciou-se uma nova concepção de beleza. Nasce a sociedade de consumo, onde as indústrias produzem artigos de beleza em larga escala. Com a entrada do século XX, vieram muitas mudanças, cuidados com a pele e inovação na cultura da beleza.
"Wonderful Hair Grower": a cura milagrosa. Em 1900, Malone foi a pioneira ao lançar um tônico com o nome "Wonderful Hair Grower", que prometia a "cura milagrosa" para a queda dos cabelos.
Essas peças, assim como desenhos de cenas em toaletes, estão espalhados em museus pelo mundo e são os maiores vestígios dos costumes egípcios de asseio Page 5 pessoal.
leite de cabra e gordura de cavalo eram usados para que os cabelos ficassem sedosos. pele e a gordura de cobra, prometiam fazer a pele feminina ficar nova. pérolas esfregadas aos dentes, garantiriam brilho e brancura. Assim como a pedra pome, dormida no vinho branco e transformada em pó.
Anne Marie Klotz Anne Marie Klotz A franco-brasileira é considerada a primeira profissional de estética do país por mesclar o conhecimento adquirido na Europa com sua própria forma de trabalho.
Na Era Elisabetana (século XVI), o uso dos cosméticos disseminou-se pelas cortes e aristocracias europeias. Os hábitos dos reis e rainhas eram cobiçados e, eventualmente, popularizados.
Os verdadeiros cuidados cosméticos começavam a emergir. No Egito Antigo (de 3.000 a.C. a 200 d.C.), entre os conhecimentos transmitidos de geração para geração, citam-se o uso do mel, do leite e de farelos vegetais para fazer pastas; bem como o emprego de gorduras animais e vegetais ou de cera de abelhas para fazer cremes para a pele. ...
Os óleos essenciais eram melhor compreendidos e novos processos industrias para tinturas, gorduras e sabões passaram a ser utilizados na produção de cosméticos. Entretanto, a composição dos cremes e loções não mudara muito, consistindo basicamente em banha de porco, sebo, cera branca e amarela e óleos essenciais.
A evolução da tecnologia de cosméticos da Antiguidade à Revolução Industrial. Na Era da Renascença (entre os séculos XIII e XVI), a Europa voltou a ser um ponto focal da civilização. O comércio, as viagens e as Cruzadas entre a Europa e o Oriente, e por consequência a troca cultural, eram bastante intensos.
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