E, por isso, podemos dizer que os anéis de Saturno são jovens, já que, de acordo com um novo estudo analisando dados da missão Cassini, da NASA, cientistas estimaram que os anéis do planeta gasoso se formaram há menos de 100 milhões de anos — talvez apenas 10 milhões de anos atrás.
Há milhões de anos, um imenso corpo celeste de cerca de 200 quilômetros de diâmetro se fragmentou nos arredores de Saturno. Acredita-se que tenha sido uma lua do próprio planeta – destruída após chocar-se com outro astro qualquer – ou um cometa que se despedaçou ao aproximar-se de Saturno.
Os cientistas não sabem exatamente a origem dos anéis, mas umas das hipóteses é que sejam resquícios de cometas, asteroides ou luas que colidiram e se despedaçaram, fazendo com que os fragmentos entrassem em órbita ao redor de Saturno. Dezenas de luas! Saturno tem 62 satélites naturais, como a nossa Lua.
Como descobrimos pela primeira vez sobre os anéis de Saturno? Em 1610, Galileu Galilei observou Saturno através de um pequeno telescópio que ampliava objetos cerca de 30 vezes. Ele viu “protuberâncias” estacionárias em ambos os lados do planeta que pareciam “alças” ou “orelhas”.
Os anéis de Saturno são formados por uma miríade de cristais de gelo e rocha e por isso brilham muito mais que os anéis de Júpiter, Urano ou Netuno.
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Os anéis planetários são formados por poeira e pequenas rochas que não conseguem se unir, por meio da gravidade, para formarem um único satélite – o que seria o processo mais natural. Isso ocorre porque tais fragmentos ficam extremamente próximos dos planetas, dentro de uma distância conhecida como Limite de Roche.
São planetas gigantes e gasosos (compostos principalmente por gases), formados há cerca de 4,5 bilhões de anos, assim como a Terra. Durante o surgimento, partículas de gelo e poeira que não chegaram a se unir passaram a circular ao redor de cada um, formando os anéis.
Kepler-186f é um exoplaneta que orbita a Kepler-186. Trata-se do primeiro planeta de tamanho semelhante ao da Terra, descoberto na zona habitável de uma estrela.
As partes mais densas do sistema de anéis de Saturno são os Anéis A e B, que são separados pela Divisão Cassini, descoberta em 1675 por Giovanni Domenico Cassini). Juntamente com o Anel C, que foi descoberto em 1850 e é similar em caráter à Divisão Cassini, essas regiões constituem os anéis principais.
Basicamente, o principal parâmetro que levou a União Internacional da Astronomia (IAU) a remover Plutão da lista de planetas é o fato de ele não ser capaz de conduzir a sua própria órbita, ou seja, ele depende de outros corpos celestes para influenciar seu trajeto – neste caso, Netuno, de um lado; e diversos objetos ...
O movimento da Terra em torno de seu próprio eixo é chamado de rotação. O tempo necessário para dar uma volta completa é 24 horas. A sucessão entre dia e noite é consequência direta do movimento de rotação da Terra em torno de seu próprio eixo (Figura 1). Figura 1: Rotação da Terra e a sucessão do dia e da noite.
Isso porque, segundo a teoria mais aceita, houve, há bilhões de anos, uma colisão entre ela e um corpo (de tamanho próximo ao de Marte), fazendo com que quantidade imensa de material do planeta fosse arremessada para o espaço.
De todos os planetas do Sistema Solar, Saturno é o mais conhecido por ter anéis de rocha e gelo. Porém, todos os quatro planetas externos – o já citado Saturno e Júpiter, Urano e Netuno – apresentam anéis, mais ou menos visíveis.
Todos os gasosos (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) possuem um complexo sistema de anéis que consiste em bilhões de pequenas partículas orbitando o planeta em forma de disco. ...
Cientistas apontam que os anéis de Júpiter são formados por colisões de meteoros nos satélites naturais do planeta, em especial nas Luas Galileanas.
bibi on Twitter: "que os anéis de saturno me expliquem como teu sorriso me tira de órbita" / Twitter.
De facto, Vénus é o planeta mais quente do sistema solar, sendo mesmo mais quente do que Mercúrio, que está mais próximo do Sol. A sua temperatura média à superfície é de 460ºC devido ao forte efeito de estufa que acontece a grande escala em todo o planeta.
Além dos anéis, mais de oitenta satélites naturais ao seu redor, dos quais destaca-se Titã, envolto em uma espessa atmosfera de metano. Visto da Terra, Saturno aparenta ser uma estrela brilhante no céu, facilmente visível.
No nosso Sistema Solar, a Zona Habitável é um espaço situado entre Vênus e Marte. Nesse espaço está localizado o Planeta Terra. Uma vez dentro dessa zona, a água líquida pôde se estabelecer na superfície e a atmosfera pôde ficar amena e ideal.
Com base em experiências com a Terra, o ambiente de um planeta pode ser alterado deliberadamente; no entanto, a viabilidade de se criar um ambiente planetário irrestrito, que reproduza o ambiente terrestre em um outro planeta ainda está para ser verificado.
O movimento de rotação resulta na sucessão de dias e noites devido à diferença de iluminação nas diferentes áreas do planeta. Sendo assim, parte do planeta fica iluminada pelos raios solares, correspondendo ao dia, enquanto a parte oposta não recebe luz solar correspondendo à noite.
A hora marcada em nosso relógio não é a mesma hora de uma pessoa que mora no Japão. Enquanto que aqui no Brasil é dia, lá é noite, e vice-versa. Por que isso acontece? Essa diferença de hora está relacionada ao movimento de rotação da Terra e ao movimento aparente do sol.
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