Ado-trastuzumabe emtansina (T-DM1) O ado-trastuzumabe emtansina é um tipo de terapia-alvo para câncer de mama avançado HER2+. Consiste em trastuzumabe, junto com uma quimioterapia. A combinação desses medicamentos permite que a administração da quimioterapia tenha como alvo as células cancerígenas HER2+.
O tratamento pode ser local por cirurgia e/ou radioterapia, e/ou sistêmico, com medicamentos quimioterápicos, hormonais ou com terapia-alvo, grupo que se encontra o trastuzumabe, o primeiro anticorpo monoclonal aplicado com sucesso no tratamento de mulheres com câncer de mama que superexpressam a proteína HER2 (HER2 ...
Algumas mulheres têm tumores de mama com níveis mais altos da proteína HER2. Esses cânceres são denominados câncer de mama HER2+. HER2 é uma proteína na parte externa das células mamárias que promove o seu crescimento.. As células cancerígenas com níveis mais elevados que o normal de HER2 são denominadas HER2+.
Não é incomum as pacientes fazerem vários esquemas de quimioterapia (geralmente quatro ou mais) durante o tratamento para o câncer de mama metastático. Muitos dos medicamentos utilizados para tratar o câncer de mama inicial e localmente avançado são diferentes do que os usados para tratar o câncer de mama avançado.
Os medicamentos quimioterápicos frequentemente usados no tratamento do câncer de mama avançado incluem:Taxanos (paclitaxel, docetaxel e paclitaxel).Antraciclinas (doxorrubicina, doxorrubicina lipossômica peguilada e epirrubicina).Agentes da platina (cisplatina, carboplatina).Vinorelbina.Capecitabina.Gemcitabina.
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A quimioterapia pode durar de quatro a seis meses quando é administrada como prevenção da recidiva (reaparecimento da doença após sua cura) após a cirurgia, e é administrada sem limite de tempo quando há metástases.
Quimioterapia vermelha
Este tipo é entendido pelos pacientes como a quimioterapia mais forte, com efeitos colaterais mais intensos. Sua coloração avermelhada se dá por conta dos seus medicamentos, de cor rubi, quando diluídos. São eles a Doxorrubina e Epirrubucina, que podem ser usados isoladamente ou em conjunto.
O ciclo da quimioterapia se refere ao número de aplicações e intervalo entre duas doses de tratamento. Por exemplo, em alguns casos de câncer de pulmão fazemos seis ciclos de tratamento, com dois medicamentos contra o câncer, a cada 3 semanas, ou seja, 6 ciclos de quimioterapia a cada 21 dias.
Alguns regimes de quimioterapia são administrados com intervalos de 21 dias, 15 dias ou 1 semana. Existem ainda aqueles que são administrados a cada 28 dias. Antes de cada ciclo o paciente deve ser examinado pelo médico que avaliará a tolerância ao tratamento, bem como sua eficácia. A quimioterapia não causa dor.
Pode ser diariamente (muitas vezes empregado em quimioterapia oral), semanalmente ou a cada 2 ou 3 semanas. A duração do tratamento pode variar muito. Não existe uma obrigação fixa para cada protocolo.
Por ser invasivo, o câncer de mama triplo negativo é capaz de se espalhar por outras células e se dissemina rapidamente. Além disso, a sua chance de retorno após o tratamento é alta. Por isso, é um dos piores tipos.
Os pesquisadores constataram que a superexpressão de HER2 contribui para o crescimento descontrolado das células, que é a principal característica do câncer. As pacientes que possuem essa condição são chamadas de HER2-positivas. O câncer de mama HER-2 positivo cresce e dissemina-se mais rapidamente.
O diagnóstico
Se o resultado for 0 ou 1+, o câncer é HER2-. Ou seja, não apresentam excesso da proteína nas células. Quando os resultados retornam como 2+, significa que o status HER2 do tumor não está claro e será necessário realizar um novo teste. Se o resultado retornar como 3+, o câncer é HER2+.
Só tem um problema: o preço. Se a utilização da terapia-alvo em um único paciente pode chegar a R$ 600 mil, na imunoterapia esse valor é anual.
A terapia alvo é um tipo de tratamento que usa drogas ou outras substâncias para identificar e atacar especificamente as células cancerígenas, provocando pouco dano às células normais.
O câncer de mama leva, em média, de sete a dez anos para que uma célula com gene modificado se torne um carcinoma com pelo menos 1 centímetro de diâmetro. Nesse tempo, a paciente quase nunca sente algum sintoma ou vê algum sinal que indica que ela possa estar com câncer de mama.
Uma sessão de quimioterapia pode durar de 2 a 5 horas, sendo que o paciente deve ficar relaxado durante esse período.
O tempo de duração da sessão de quimioterapia depende do tipo de tumor e da quantidade de medicamentos que deverá ser aplicada, podendo durar de uma hora e meia até dez horas. Quando é uma infusão mais longa o paciente precisa ser internado.
Outra dúvida frequente é sobre quanto tempo cada medicamento permanece no corpo. Normalmente são intervalos bem curtos. Os medicamentos citotóxicos tendem a permanecer horas ou poucos dias no organismo, enquanto medicamentos como anticorpos possuem prazo mais longo, podendo variar entre dias e meses.
A falta de eficácia ocorre se o tumor crescer ou tornar-se mais infiltrativo durante a neo-adjuvância, algumas vezes até impossibilitando a cirurgia. Por fim, a maioria dos pacientes apresenta-se com doença avançada, recidivada (que voltou) ou metastática (espalhada pelo corpo).
A quimioterapia branca é considerada mais branda porque as antraciclinas, compostos da vermelha, são mais ácidas e costumam ser agressivas às veias periféricas, como as da dobra do braço e do dorso da mão. No entanto, as reações vão depender bastante do organismo do paciente.
A quimioterapia acontece em ciclos, compostos por um dia de administração da medicação e um período de descanso que pode durar alguns dias. Já a radioterapia é feita durante 15 ou 30 minutos, de 4 a 5 dias por semana, ao longo de várias semanas.
O tipo mais conhecido de quimioterapia é a antineoplásica, que tem como objetivo destruir as células cancerígenas.
Várias são as abordagens que tratam o câncer sem atacar as células do couro cabeludo, como é o exemplo da hormonoterapia para o câncer de mama e de próstata, imunoterapia para vários casos de tumores avançados, e medicamentos complementares, como os inibidores de osteólise para controle de metástases ósseas.
Paliativo. Para tumores em estágio avançado, o objetivo da quimioterapia é melhorar a qualidade de vida e aumentar a sobrevida do paciente, aliviando os sintomas provocados pelo câncer, o que se denomina quimioterapia paliativa.
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