O atletismo paralímpico é um paradesporto que promove a superação diária de seus atletas. Exige perseverança, comprometimento, disciplina, além de capacidades físicas como força e resistência.
As provas de pista são dividas em três categorias, sendo elas: corrida, revezamento e maratona. Nas competições de corrida, os atletas disputam a velocidade em percursos de 100, 200, 400, 800, 1.500 e 5.000 metros.
Assim, estão aptos a participarem dos eventos de atletismo aqueles que têm deficiências visuais, intelectuais, nos membros inferiores, superiores, paralisados cerebrais (cadeirantes e andantes), anões, amputados de membros inferiores com prótese e os que competem em cadeiras de rodas (lesões medulares, amputações, ...
O atletismo para deficientes visuais tem as seguintes provas: corridas de velocidade (100, 2 metros), corridas de meio fundo (8 metros), corridas de fundo (500 metros), corridas de revezamento (4x100 e 4x400 metros), corridas de pedestrianismo (provas de rua e maratona), saltos (triplo, ...
Atletismo
Segue a lógica de que, quanto maior o número da classe, menor é o comprometimento físico-motor do atleta. A classificação é realizada a partir da mensuração do alcance de movimentos de cada atleta, força muscular, restrições locomotoras, equilíbrio na cadeira de rodas e a habilidade de segurar a raquete.
País possui 234 atletas no evento; Japão é dono do maior time, com 254 integrantes. O Brasil terá a quinta maior delegação das Paralimpíadas de Tóquio-2020, que começam nesta terça-feira (24). A delegação nacional possui 234 atletas com deficiência e compete em 20 dos 22 esportes do programa dos Jogos.
Nas Paralimpíadas participam atletas com deficiências motoras, amputados, cegos, além de pessoas que sofreram paralisia cerebral e que possuem alguma deficiência mental.
As provas são divididas por grau de deficiência visual (B1, B2 e B3) e as regras são adaptadas para os atletas B1 e B2. É permitido o uso de sinais sonoros e de um guia, que corre junto com o competidor para orientá-lo. Eles são unidos por uma corda presa às mãos, e o atleta deve estar sempre à frente.
O atletismo faz parte do Programa desde os primeiros Jogos Paralímpicos, em 1960. As provas são divididas em corridas (de curta, média e longa distâncias e revezamento), saltos (altura, distância e triplo), lançamentos (dardo e disco) e arremessos (peso), pentatlo e maratona.
Participam atletas com deficiência física e visual, em provas masculinas e femininas, que têm especificidades de acordo com a deficiência dos competidores e se dividem em corridas, saltos, lançamentos e arremessos. Desde os Jogos de Roma, em 1960, o atletismo faz parte oficialmente do esporte paraolímpico.
Na década de 90, com a introdução da classificação funcional no basquete, o atletismo também adotou um sistema de classificação. Atualmente o Comitê Paraolímpico Internacional (IPC) reconhece cinco categorias de deficiência para a participação em competições:
Está no programa paralímpico desde a sua primeira edição em Roma, 1960. As provas destinam-se a atletas com todos os tipos de deficiência, nas categorias masculina e feminina.
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