A insônia familiar fatal, conhecida também pelas sigla IFF, é uma doença genética extremamente rara que afeta uma parte do cérebro conhecida como o tálamo, que é o principal responsável por controlar o ciclo de sono e vigília do organismo.
Também é importante determinar e tratar o que está desencadeando estas alterações, seja uma depressão, ansiedade, doenças respiratórias ou neurológicas, por exemplo.
Além disso, dormir mal também está ligado ao aumento do risco de desenvolver obesidade, diabetes, pressão alta e câncer. Pessoas que dormem menos de 6 horas por dia têm quase 5 vezes maior risco de ter um AVC.
A dificuldade para dormir também pode ser um sintoma ou efeito colateral de outro problema. Esse tipo de insônia é frequentemente sintoma alguns tipos de problemas de causas internas, como doenças emocionais, neurológicas ou mesmo sistêmicas.
Para tirar o sono durante o dia, no trabalho, depois do almoço ou para estudar, uma boa dica é consumir alimentos ou bebidas estimulantes como o café, guaraná ou chocolate preto, por exemplo. Porém, a forma mais eficaz de acabar com o sono durante o dia é dormir o suficiente durante a noite.
Essa doença realmente existe e é chamada de Narcolepsia. A Narcolepsia é um distúrbio do sono caracterizado por sonolência diurna excessiva e uma tendência a pegar no sono em locais e momentos inapropriados, como na escola, faculdade, trabalho, fila do banco e até mesmo durante uma conversa ou refeição.
Pode-se sentir mudanças de humor, paranoias e até mesmo alucinações. Um exemplo de como o nosso corpo reage após horas e dias sem dormir é o caso do americano Randy Gardner, que em janeiro de 1964 entrou para o Guinness Book (o livro de recordes mundiais) após ficar 264 horas (cerca de 11 dias e 25 minutos) sem dormir.
Ou seja, se a sua necessidade é de dormir 12 horas por dia, mas precisa acordar mais cedo para trabalhar, o seu corpo se acostumará a isso. Infelizmente, não há um prazo estabelecido de tempo para que ele se acostume. Logo, isso pode demorar 2 dias, 1 semana, 1 ano ou até mais.
Os motivos pelos quais dormimos (economia de energia, manutenção do corpo e consolidação da memória), por exemplo, só foram descobertos na metade do século passado. E, na década de 80, um grupo de pesquisadores da Universidade de Chicago, nos EUA, descobriu que a falta crônica de sono pode matar.
Ele estava dormindo, enquanto sua mulher, aterrorizada, tentava convencê-lo a sair dali (puxá-lo para dentro poderia ter um resultado catastrófico). Esse meu amigo é sonâmbulo, como cerca de 1% a 15% da população mundial.
Mas a ciência finalmente começou a decifrar os segredos desse mundo misterioso no qual ficamos mergulhados por quase um terço da vida. Novos estudos estão revelando por que estamos dormindo tão mal, como resolver isso e o que realmente acontece no corpo durante a noite.
Só quem já dormiu ao lado de alguém com apneia sabe a aflição que dá quando a gente percebe que o outro simplesmente parou de respirar enquanto dormia! O problema é causado porque os músculos da parte traseira da garganta não deixam a passagem de ar aberta, mesmo com a pessoa se esforçando para respirar.
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