O Grande Colisor de Hádrons (Large Hadron Collider, ou LHC), com 27 km de extensão, é o maior acelerador de partículas do mundo. Ele fica na Suíça, sob responsabilidade da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (Cern) e sua contribuição à ciência é inestimável.
O LHC é o maior acelerador de partículas do mundo e pertence à Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear, também conhecida como CERN, que fica em Meyrin, Genebra.
O LHC fica na periferia da cidade de Genebra, na Suíça, sendo formado por um enorme tubo circular com circunferência de 26,7 km e diâmetro de 7 m; é subterrâneo, ficando a cerca de 100 m abaixo do solo.
Batizado com o nome da estrela mais brilhante do céu noturno, o acelerador de partículas de 68 mil metros quadrados inaugurado em 2018 é a maior e mais complexa infraestrutura de pesquisa já construída no Brasil. Orçado em R$ 1,8 bilhão, ele promete viabilizar estudos nacionais de qualidade sem precedentes no mundo.
O Cern tem a tradição de disseminar o conhecimento mas também de compartilhar a tecnologia. Hoje há mais de 30 mil aceleradores de partículas no mundo, de variados portes, e grande parte de físicos, técnicos e engenheiros tiveram formação no Cern.
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O Brasil e os aceleradores
Além do recém-inaugurado Sirius, o Brasil já possui um acelerador de partículas, o UVX, que funciona desde 1997 para pesquisas. Ele foi o primeiro acelerador de elétrons em operação na América Latina.
Atualmente, existem dezenas de aceleradores do tipo síncrotron pelo mundo. No Brasil, a referência é o acelerador chamado UVX, que fica no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), em Campinas, São Paulo. Ao mesmo tempo, também no LNLS, já está em fase final a construção de um novo acelerador síncrotron, o Sirius.
Orçado em R$ 1,8 bilhão, o projeto Sirius é financiado pelo MCTIC. Até agora, cerca de R$ 1,12 bilhão foram repassados para o projeto, sendo R$ 282 milhões em 2018.
O presidente Jair Bolsonaro participou, nesta quarta-feira (21), da solenidade de abertura da primeira linha de luz do projeto Sirius, no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP).
Sua construção começou em 2014 no governo Dilma Rousseff e foi inaugurado em 14 de novembro de 2018 pelo então presidente Michel Temer. O Sirius é o segundo acelerador de partículas brasileiro.
O Projeto Sirius é de 4ª, nem nos EUA eles tem um equipamento desse porte (o CERN tem mas eles são top). O custo é de R$ 1,3 bilhão, as obras devem ser concluídas em 2018.
Seu valor é estimado em 20 bilhões de libras esterlinas, o equivalente a R$ 95 bilhões. Críticos afirmaram que o dinheiro poderia ser usado em outras áreas de pesquisa. Contudo, Fabiola Gianotti, diretora do CERN, descreveu a proposta como uma conquista.
Consiste em um grande anel com 27 quilômetros de comprimento, repleto de ímãs supercondutores, que são resfriados com gás Hidrogênio e Hélio líquido em temperaturas de -271,3 ºC, e uma série de aceleradores lineares secundários.
Existem diversos tipos de aceleradores de partículas, como: Aceleradores de elétrons (o Sirius e o Max IV), Colisores de Partículas (como o CERN) e os Aceleradores de Prótons (como o PSI e o ESS).
Embora o Modelo Padrão da física de partículas seja o melhor para descrever o universo, os cientistas ainda estão em busca de algo além, uma nova partícula — ou mesmo uma nova física — capaz de explicar mistérios como a matéria escura e conciliar a Teoria da Relatividade Geral com a mecânica quântica.
A potência do acelerador agora é de 13 TeV, o que significa que os núcleos de átomos que colidem ali dentro estão voando a 1.079.252.838 km/h, ou 99,999999% da velocidade da luz.
Presidente Bolsonaro inaugura 1ª estação de pesquisa do Sirius, o acelerador de partículas brasileiro. O presidente da República, Jair Bolsonaro, participou nesta quarta-feira (21), em Campinas (SP), da inauguração da primeira linha de luz sincrotron do Sirius, o acelerador de partículas brasileiro.
O Sirius começou a ser construído em 2015. Ele substitui o UVX, um gerador de luz síncrotron feito nos anos 1980 que ficava no mesmo câmpus e foi desligado no ano passado. Tinha sido o primeiro acelerador do tipo no Hemisfério Sul e ainda era o único da América Latina, mas estava obsoleto.
A construção começou em 2015, em meio à explosão da crise econômica nacional. A salvação, segundo Silva, foi a inclusão do Sirius no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a partir de 2016, o que deu ao projeto um status diferenciado dentro da estrutura política e administrativa do governo federal.
Já o Sirius acelera elétrons próximo à velocidade da luz, numa via na qual todos caminham numa mesma direção sem um trombar no outro, e até uma energia fixa de 3 giga elétron-volt (GeV). O LHC, por sua vez, pode dar energia máxima de 7 mil GeV.
Sirius, a nova fonte de luz síncrotron brasileira, é a maior e mais complexa infraestrutura científica já construída no País. Este equipamento de grande porte usa aceleradores de partículas para produzir um tipo especial de luz, chamada, luz síncrotron.
O Sirius é um acelerador de partículas no qual um campo elétrico é responsável pela aceleração das partículas e um campo magnético é responsável pela mudança de direção das partículas, resultando na fonte de luz síncrotron.
Os aceleradores de partículas são usados para investigação científica e, também, para a produção de radiação síncroton.
O primeiro acelerador de partículas foi criado pelo físico britânico Ernest Rutherford em 1911. Ele usou uma fonte radioativa para lançar partículas alfa 1 contra uma fina camada de ouro 2 .
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