A estrutura básica das penicilinas é composta por um anel tiazolidínico ligado ao anel β-lactâmico e por uma cadeia lateral. Modificações na cadeia lateral são responsáveis por diferenças no espectro de ação entre as penicilinas.
As penicilinas são divididas em cinco subgrupos que são: Penicilinas naturais ou benzilpenicilinas. Aminopenicilinas. Penicilinas resistentes às penicilinases.
Estrutura química
Todas penicilinas têm a mesma estrutura básica: ácido 6 aminopenicilanico, um anel tiazolidina unido a um anel beta lactâmico que leva um grupo amino livre.
Mecanismos de ação
Como os demais antibióticos beta-lactâmicos, as penicilinas, e consequentemente as benzilpenicilinas benzatinas, possuem ação bactericida. Elas atuam por inibição da síntese da parede celular bacteriana através do bloqueio da síntese da camada de peptidoglicano da parede celular.
A penicilina (Alternanthera brasiliana (L.) Kuntze), pertence à família Amaranthaceae e tem sido reconhecida por suas propriedades anti-inflamatória, analgésica, e antiviral.
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A descoberta da penicilina se deu de forma acidental, pelo médico e bacteriologista escocês Alexander Fleming, em 1928.
As penicilinas incluem:Amoxicilina.Ampicilina.Carbenicilina.Dicloxacilina.Nafcilina.Oxacilina.Penicilina G.Penicilina V.
Classe: Penicilina Ação: Bactericida. Espectro de ação: Ativa contra a maioria dos cocos gram-positivos, incluindo os estreptococos beta-hemolíticos, pneumococos e estafilococos não-produtores de penicilinase.
Benzilpenicilina Benzatina está indicado no tratamento de infecções causadas por microrganismos sensíveis à penicilina G, que sejam suscetíveis aos níveis séricos baixos, porém muito prolongados, característicos desta forma de dosificação.