Vejamos as diferenças no processo de formação: Os diamantes são obtidos sob altíssimas pressões a partir do magma presente no interior da Terra (bem abaixo da crosta). ... O carvão é formado a partir das mudanças físicas e químicas propícias a essas condições, num tempo bem inferior ao que origina o diamante.
Já o carvão é uma das espécies de rocha mais frágeis que há. ... Na época em que a Terra estava esfriando, algumas camadas de rochas líquidas de carvão ficaram submetidas a pressões e temperaturas descomunais, obrigando seus desorganizados átomos de carbono a se alinharem na forma cristalizada dos diamantes.
É formado por um único elemento químico, o carbono, e ao contrário da crença popular de que o diamante vem do carvão, ele raramente tem algum papel na formação dos diamantes. Na verdade, na história da Terra, os diamantes surgiram antes do carvão.
Em suma, o diamante nada mais é que carvão sob alta pressão, durante um longo período de tempo. Em sua estrutura molecular são praticamente a mesma coisa, tudo é carbono. O que torna um mais resistente que o outro é sua estrutura, ou seja, como os carbonos estão relacionados entre si.
Uma vez formado, ele pode levar mais 1000 anos ou mais para o diamante chegar à superfície da terra. O magma transporta o diamante para perto da superfície da terra, onde esse magma esfria e forma veios rochosos chamados kimberlito.
17 curiosidades que você vai gostar
Diferente do que se pensou durante anos, os diamantes não são eternos, pois o carbono definha com o tempo, mas os diamantes duram mais que qualquer ser humano. Sendo carbono puro, o diamante arde quando exposto a uma chama, transformando-se em dióxido de carbono.
Os diamantes são formados na base da crosta terrestre, a pelo menos 150 quilômetros de profundidade. Para que se formem, é necessário que estejam em um ambiente estável, com temperaturas de 1300 C a 1500º C e determinadas condições de pressão. Com a movimentação no interior da Terra, há liberação de energia.
Geólogos acreditam que todos os diamantes em depósitos que são explorados comercialmente se formaram no manto terrestre e ascenderam à superfície por meio de erupções vulcânicas. São formados sob enorme pressão e temperatura, aproximadamente a 160 km da superfície em rochas chamada Peridotitos, Lherzolitos e Wehrlitos.
O método mais tradicional para fazer diamante em laboratório é chamado de HPHT, a sigla em inglês para alta pressão e alta temperatura. Como cerca de 99,95% dos diamantes naturais são feitos de carbono, a ideia é colocar um material feito de carbono sob alta pressão e temperatura.