Posteriormente, Sigmund Freud (1856-1939), em colaboração com Josef Breuer, começou a pesquisar os mecanismos psíquicos da histeria e postulou em sua teoria que essa neurose era causada por lembranças reprimidas, de grande intensidade emocional.
A histeria ganha certa centralidade nos estudos iniciais da psicanálise. Afinal, foi através dessas queixas clínicas que o tratamento desenvolvido por Freud, influenciado por seus pares, pôde continuar a evoluir dentro do arcabouço teórico e prático da psicanálise.
Freud aponta o método de Bernheim como algo para distrair o paciente em vez de ser algo efetivamente eficaz. Sem contar que notou que o recalque servia como defesa nos pacientes ao desconforto e sentimentos degradantes que tinham.
Para Hipócrates (século V a.C.), a histeria resultava dos efeitos neurotóxicos de um “útero frustrado” que procuraria gratificação através de movimentos erráticos na cavidade abdominal, causando as alterações motoras, sensoriais e emocionais próprias da patologia em questão.
Nos Estudos sobre a histeria (1893), escritos por Freud em coautoria com Breuer, encontra-se a observação de que o método hipnótico, empregado para o tratamento destes casos promove um efeito catártico no paciente "...
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Segundo a psicanálise, é uma expressão corporal inconsciente de conflitos psíquicos e de um sofrimento emocional intenso, como se o próprio corpo fosse um vulcão que deixasse a lava escorrer continuamente, à espera de uma erupção que parece que nunca vai se concretizar.
Histeria ou neurose histérica é uma psiconeurose caracterizada por alterações transitórias da consciência, como períodos de amnésia ou perda de memória, e por várias manifestações sensitivas ou motoras, também passageiras, como tiques, perda da sensibilidade cutânea, paralisia dos membros, cegueira ou convulsões.
Uma pessoa com histeria é capaz de reter certa quantidade de causas provocadoras; essa quantidade é aumentada pela soma, até o ponto além da tolerância do sujeito, ocasionando a conversão. Deste modo, a formação dos sintomas histéricos pode processar-se com base em afetos relembrados ou em afetos novos.
O diagnóstico para a pessoa histérica era conhecido como neurose histérica ou histeria de conversão. Hoje o diagnóstico é nomeado como transtorno dissociativo ou conversivo.
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